11/1/2019 08:46

Por calendário cheio, Palmeiras toma cuidado com carga física e reforços

Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

A temporada passada rendeu frutos ao Palmeiras, que suportou muito bem um calendário cheio e terminou o ano como campeão brasileiro, depois de chegar às fases finais também das outras competições. Foram 74 partidas oficiais disputadas, além de três amistosos durante a Copa do Mundo.



Virado o ano, as preocupações da preparação física são as mesmas, até por se tratar de um calendário parecido. Depois de uma pré-temporada curta, uma nova pausa no meio da temporada – desta vez por conta da Copa América – permitirá elevar o nível físico para o segundo semestre.

Assim como ocorreu em 2018, especialmente com Edu Dracena e Moisés, um grupo de atletas tem realizado trabalhos específicos. Com um controle de carga diferente em relação ao ano anterior, eles vêm alternando mais entre atividades físicas e com bola.

– Vamos alternar um pouquinho os treinamentos com bola, tirar a carga do campo e tentar trabalhar algumas capacidades físicas. Com treinamento funcional, muscular ou dentro da fisioterapia. Essa é uma mudança que a gente fez para esse ano que deve surtir efeito – diz Omar Feitosa, coordenador de preparação física, que viu o técnico Luiz Felipe Scolari revezar os jogadores na campanha do título brasileiro.

– Isso facilitou um pouquinho a recuperação pós-jogo. Mas, de qualquer maneira, a maioria dos jogadores bateu um número alto de jogos. Alguns jogadores importantes, no sentido de experiência, conseguiram fazer o maior número de jogos da própria carreira.



E os reforços?

Outro desafio é quanto aos jogadores recém-chegados. A comissão técnica busca o máximo de informação a respeito do volante Matheus Fernandes, do meia Zé Rafael e dos atacantes Arthur Cabral, Carlos Eduardo e Felipe Pires.

Além de consultar profissionais de seus clubes anteriores, Omar Feitosa se junta a Gustavo Magliocca (coordenador médico), Jomar Ottoni (coordenador de fisioterapia) e Thiago Santi (coordenador de fisiologia) em conversas individuais com cada um deles.

– É um cuidado que a gente tem com os que estão chegando, mas a gente faz isso com o grupo todo, principalmente nesse momento de pré-temporada, em que eles ficam internados aqui (na Academia de Futebol). A gente explicar como vai conduzir o trabalho e onde é que dá para individualizar o trabalho – conta o preparador.

– Mas o grupo todo se apresentou num bom nível. Sempre tem alguns jogadores que destoam um pouquinho em termos de composição corporal, resistência aeróbica, alguém que perde um pouquinho mais de força. Mas, de maneira geral, todos se apresentaram em bom nível.

849 visitas - Fonte: Globoesporte.com

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