30/1/2020 11:04
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Apesar da visita do laboratório ser apenas no fim de fevereiro, isso não impede a realização de um jogo antes da emissão do certificado internacional de qualidade. A estreia do novo gramado em um jogo do Estadual depende principalmente da conclusão da obra e da vistoria da Federação Paulista de Futebol (FPF). A entidade tem acompanhado os trabalhos e vai realizar uma inspeção final logo depois do fim da instalação.
"Nós já estamos bem antecipados com essa obra. O que era para entregar só no começo de março, se não chover mais eu poderia entregar até em 5 de fevereiro. Vamos torcer para o tempo ajudar", disse ao Estado o presidente da Soccer Grass, Alessandro Oliveira. A empresa é a responsável pela obra na Academia de Futebol e no Allianz Parque. "A gente trabalhou desde o início para realizar o jogo do dia 20 (contra o Guarani), mas como nós tivemos algumas evoluções, hoje o trabalho não é mais focado no dia 20, mas sim no dia 16", explicou o diretor de operações do Allianz Parque, Mike Willian.
A empresa responsável por certificar o gramado do Palmeiras é a Sports Labs. O laboratório sediado na Escócia é um dos sete do mundo credenciados pela Fifa para fazer o trabalho de aferição de qualidade do campo. A Sport Labs também trabalha com aferição de piso de outros modalidades esportivas, com o histórico de parcerias com a Federação Internacional de Basquete (Fiba), Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), Federação Internacional de Tênis (ITF), entre outras.
O teste a ser realizado nos campos do Palmeiras tem o intuito de verificar se o piso consegue reproduzir a qualidade encontrada nos melhores gramados naturais. Os escoceses vão avaliar critérios como velocidade e quique da bola e resistência a torções e movimentos de chuteiras. "Se fizermos esses mesmos testes em outros estádios do Brasil, poucos vão serão totalmente aprovados. Aqui só tem aprovação se estiver 100%. Se a bola deslizar um pouco a mais do que o previsto, não sai a certificação", explicou o presidente da Soccer Grass.
MUTIRÃO
A reportagem visitou o Allianz Parque nesta semana para conferir o andamento da instalação da grama sintética. A fase atual é de colar os blocos de grama no piso, trabalho realizado pelos funcionários em turnos madrugada adentro. A operação costuma terminar por volta das 5 horas da manhã pois o forte calor de verão faz os rolos do campo sofrerem contração térmica. Como a grama é fabricada na Holanda, dois funcionários vieram do país para coordenar a obra, que teve início dia 12 de janeiro.
O campo do estádio será forrado por 27 blocos de grama, cada um com 78 metros de comprimento e 4 metros de largura. O trabalho final é o de colocação do preenchimento das fibras de grama com um material sintético e importado da Itália chamado de TPE (elastômero termoplástico). A obra na Academia de Futebol terminará depois do estádio porque o solo precisou passar por mais reparos para poder receber as camadas de grama.
O objetivo do Allianz Parque é que o novo gramado permita conciliar melhor as agendas de jogos e de shows, sem fazer com que o time precise recorrer a outros locais para mandar suas partidas. Quando a arena receber eventos musicais, o gramado será coberto e protegido por um tablado. Após a desmontagem do palco, será preciso realizar uma limpeza com um imã especial para remover restos de produtos metálicos. Em até seis horas o piso poderá receber uma partida.
As trocas vão custar R$ 10 milhões e a garantia da grama é de oito anos, porém a estimativa é de não precisar realizar outra troca em até 15 anos. Como a manutenção consiste em escovagem e vai dispensar luz artificial e irrigação, a arena terá uma grande economia. "Nós fazíamos três trocas de gramado a cada ano com um custo de R$ 350 mil. A gente estima que agora no ano a gente deve ter uns R$ 2 milhões de economia", disse o diretor de operações do Allianz Parque.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Palmeiras receberá laboratório da Fifa em fevereiro para certificar gramado sintético
Mesmo antes do aval da entidade, equipe poderá utilizar o novo piso e a previsão da inauguração é o próximo dia 16
O Palmeiras vai marcar para o fim de fevereiro a vinda de um laboratório credenciado pela Fifa para avaliar e certificar a qualidade do novo gramado sintético que será usado pelo time tanto no Allianz Parque como na Academia de Futebol. As obras para a troca do piso estão em fase mais avançada e a previsão é o estádio ter condições de receber uma partida no dia 16, contra o Mirassol, pelo Campeonato Paulista.
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Apesar da visita do laboratório ser apenas no fim de fevereiro, isso não impede a realização de um jogo antes da emissão do certificado internacional de qualidade. A estreia do novo gramado em um jogo do Estadual depende principalmente da conclusão da obra e da vistoria da Federação Paulista de Futebol (FPF). A entidade tem acompanhado os trabalhos e vai realizar uma inspeção final logo depois do fim da instalação.
"Nós já estamos bem antecipados com essa obra. O que era para entregar só no começo de março, se não chover mais eu poderia entregar até em 5 de fevereiro. Vamos torcer para o tempo ajudar", disse ao Estado o presidente da Soccer Grass, Alessandro Oliveira. A empresa é a responsável pela obra na Academia de Futebol e no Allianz Parque. "A gente trabalhou desde o início para realizar o jogo do dia 20 (contra o Guarani), mas como nós tivemos algumas evoluções, hoje o trabalho não é mais focado no dia 20, mas sim no dia 16", explicou o diretor de operações do Allianz Parque, Mike Willian.
A empresa responsável por certificar o gramado do Palmeiras é a Sports Labs. O laboratório sediado na Escócia é um dos sete do mundo credenciados pela Fifa para fazer o trabalho de aferição de qualidade do campo. A Sport Labs também trabalha com aferição de piso de outros modalidades esportivas, com o histórico de parcerias com a Federação Internacional de Basquete (Fiba), Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), Federação Internacional de Tênis (ITF), entre outras.
O teste a ser realizado nos campos do Palmeiras tem o intuito de verificar se o piso consegue reproduzir a qualidade encontrada nos melhores gramados naturais. Os escoceses vão avaliar critérios como velocidade e quique da bola e resistência a torções e movimentos de chuteiras. "Se fizermos esses mesmos testes em outros estádios do Brasil, poucos vão serão totalmente aprovados. Aqui só tem aprovação se estiver 100%. Se a bola deslizar um pouco a mais do que o previsto, não sai a certificação", explicou o presidente da Soccer Grass.
MUTIRÃO
A reportagem visitou o Allianz Parque nesta semana para conferir o andamento da instalação da grama sintética. A fase atual é de colar os blocos de grama no piso, trabalho realizado pelos funcionários em turnos madrugada adentro. A operação costuma terminar por volta das 5 horas da manhã pois o forte calor de verão faz os rolos do campo sofrerem contração térmica. Como a grama é fabricada na Holanda, dois funcionários vieram do país para coordenar a obra, que teve início dia 12 de janeiro.
O campo do estádio será forrado por 27 blocos de grama, cada um com 78 metros de comprimento e 4 metros de largura. O trabalho final é o de colocação do preenchimento das fibras de grama com um material sintético e importado da Itália chamado de TPE (elastômero termoplástico). A obra na Academia de Futebol terminará depois do estádio porque o solo precisou passar por mais reparos para poder receber as camadas de grama.
O objetivo do Allianz Parque é que o novo gramado permita conciliar melhor as agendas de jogos e de shows, sem fazer com que o time precise recorrer a outros locais para mandar suas partidas. Quando a arena receber eventos musicais, o gramado será coberto e protegido por um tablado. Após a desmontagem do palco, será preciso realizar uma limpeza com um imã especial para remover restos de produtos metálicos. Em até seis horas o piso poderá receber uma partida.
As trocas vão custar R$ 10 milhões e a garantia da grama é de oito anos, porém a estimativa é de não precisar realizar outra troca em até 15 anos. Como a manutenção consiste em escovagem e vai dispensar luz artificial e irrigação, a arena terá uma grande economia. "Nós fazíamos três trocas de gramado a cada ano com um custo de R$ 350 mil. A gente estima que agora no ano a gente deve ter uns R$ 2 milhões de economia", disse o diretor de operações do Allianz Parque.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Postado por Rudney Rodrigues Xavier - 2892 visitas - Fonte: TERRA
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O joao paulo seu troxa vai pro inferno babaca larga a mao de ser idiota para de mandar essa porra