Depois de perder por 1 a 0 no jogo de ida, na Arena da Baixada, o Palmeiras terá que reverter o placar para seguir em busca de seu terceiro título consecutivo da Copa Libertadores. A missão não é fácil, mas o Verdão carrega viradas importantes em confrontos de mata-mata de Libertadores em sua história.
Depois de perder por 1 a 0 no jogo de ida, na Arena da Baixada, o Palmeiras terá que reverter o placar para seguir em busca de seu terceiro título consecutivo da Copa Libertadores. A missão não é fácil, mas o Verdão carrega viradas importantes em confrontos de mata-mata de Libertadores em sua história.
Contudo, o roteiro foi diferente na partida de volta. No Palestra Itália, o Verdão venceu por 2 a 1, com gols de Evair e Oséas, enquanto Zapata diminuiu pra os colombianos. Assim, a decisão foi para os pênaltis, nos quais os palmeirenses levaram a melhor e levantaram o primeiro título de Libertadores da história do clube.
Outra virada marcante aconteceu justamente na fase anterior, na semifinal, semelhante ao cenário desta terça-feira. Contra o River Plate, o Palmeiras acabou derrotado por 1 a 0 no Monumental de Núñez. Já no Palestra Itália, o Verdão entrou em campo inspirado e aplicou um 3 a 0, com gols de Alex (duas vezes) e Roque Júnior, para avançar à decisão.
No ano seguinte, também na fase semifinal, o Palmeiras aplicou uma virada histórica para cima do seu grande rival. No primeiro jogo, o Corinthians venceu por 4 a 3, com gols de Vampeta, Ricardinho, Marcelinho Carioca e Edílson, enquanto Júnior, Alex e Euller marcaram para os palmeirenses.
Já no duelo de volta, o Palmeiras devolveu o placar com uma vitória por 3 a 2, com gols de Galeano, Alex e Asprilla, e levou a decisão para os pênaltis. Foi quando o goleiro Marcos virou santo e brilhou ao defender a cobrança de Marcelinho Carioca para classificar o Palmeiras para a final.
Também em 2000, mas na fase de oitavas de final, o Palmeiras já havia passado por situação semelhante, ao avançar nos pênaltis contra o Peñarol, depois de perder o jogo de ida por 2 a 0 e vencer a volta por 3 a 1. Já em 2001, também nas oitavas, a vitória nos pênaltis foi sobre o São Caetano. No Anacleto Campanella, o Verdão acabou derrotado por 1 a 0, mas devolveu o placar no Palestra Itália.
Inspirado nesses confrontos, o Palmeiras volta a campo nesta terça-feira, a partir das 21h30 (de Brasília), para buscar o a sua terceira final consecutiva de Libertadores. Para ficar com a vaga no tempo regulamentar, terá que vencer o Athletico-PR por pelo menos dois gols de diferença. Uma vitória pela vantagem mínima leva a decisão para os pênaltis.
Palmeiras, 2022, Libertadores
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Não se apegue a esses dados o negócio é entrar jogar e vencer o resto é estatística.