O empate sem gols no clássico contra o São Paulo foi o segundo do Palmeiras em sequência no Brasileirão. A vantagem para o Internacional, que chegou a ser de 12 pontos, caiu para oito após a rodada deste domingo. Restam apenas seis rodadas para a definição do campeão brasileiro de 2022.
Os empates do Verdão contra Atlético-GO, fora de casa, e no clássico contra o São Paulo (com dois jogadores a mais), seriam tratados com normalidade – e até comemorados – por qualquer outro time. Mas foi o próprio Palmeiras que construiu, com sua sólida campanha e resultados expressivos nos últimos anos, a impressão de que qualquer resultado que não seja a vitória é ruim.
Mas os "tropeços" do Palmeiras estão longe de causar qualquer desconfiança para a sequência da temporada e da caminhada rumo ao 11º título brasileiro. E os números ajudam a ilustrar um pouco isso.
Nos últimos 73 jogos, o Palmeiras foi derrotado apenas seis vezes. Foram 47 vitórias e outros 20 empates em uma temporada que pode terminar com três títulos: Paulista, Recopa Sul-Americana e Brasileiro.
E esses números dão a falsa sensação de que o time é imbatível e que sempre deve aumentar a vantagem a cada rodada. O futebol real, aquele disputado no Brasil, geralmente tem seus campeões definidos nos detalhes. E é por isso que os pontos à frente do vice-líder precisam ser avaliados de uma forma mais racional.
A vantagem conquistada pelo Palmeiras não pode ser encarada apenas como uma contagem regressiva pelo título. A gordura criada serve também como uma reserva para oscilações naturais ao longo de um campeonato por pontos corridos.
Lembrando que não são apenas os vários pontos a mais que os adversários, mas também a necessidade de uma campanha quase perfeita dos rivais na corrida contra o favorito Palmeiras, que segue de forma tranquila a caminhada rumo ao título brasileiro.
Restam apenas mais seis rodadas para a definição do campeão brasileiro de 2022. E passamos boa parte das rodadas anteriores discutindo quem seria o rival que disputaria o título com o Palmeiras. Parece que nenhum time realmente quis assumir esse papel de coadjuvante, já que o de protagonista o time alviverde tem feito – e bem – desde o início de mais uma história do futebol brasileiro.
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Permite o luxo de perder a gordura e decidir tudo em uma vitoria no último jogo contra o vice colocado, na casa do Inter.
Será que é tanta gordura assim? Se continuar só empatando e o principal concorrente ganhando, essa gordura acaba! Diante do Avai não pode ser outro resultado a não ser a vitória!! AVANTI PALESTRA!