Felipe Alves, do São Paulo, comenta estratégia para defender pênalti de Scarpa: Bateu com o que estudamos

17/10/2022 15:20

Felipe Alves, do São Paulo, comenta estratégia para defender pênalti de Scarpa: Bateu com o que estudamos

Felipe Alves, do São Paulo, comenta estratégia para defender pênalti de Scarpa: Bateu com o que estudamos

O goleiro Felipe Alves comentou a estratégia para defender o pênalti de Gustavo Scapra, no empate entre São Paulo e Palmeiras do último domingo. O arqueiro ex-Juventude foi eleito o melhor jogador em campo, já que foi fundamental para o Tricolor Paulista sair de campo sem ser vazado pelo líder do Brasileirão.



"As últimas cobranças dele (Scarpa) foram cruzadas e isso ficou na minha cabeça. Quando o Scarpa pegou a bola para bater, veio na minha cabeça que os últimos três pênaltis dele foram cruzados. Deduzi que ele não bateria o quarto pênalti cruzado no mesmo canto, até porque o batedor sabe que os goleiros analisam os batedores e vice-versa. Dentro dessa leitura que a gente tem, em poucos segundos acabei sendo feliz, esperei o máximo possível e acertei o lado, saindo junto da batida. Não é que foi uma defesa fácil, mas dentro dessa análise acabou tendo essa coincidência de bater as coisas que a gente estudou. Scarpa é um excelente batedor de pênalti, mas dentro do nosso estudo a gente acabou acertando", comentou Felipe Alves em entrevista ao SporTV.

O goleiro, que chegou ao São Paulo em julho deste ano, falou sobre a influência de Rogério Ceni na sua contratação e como é a competitividade interna no Tricolor com Jandrei e Thiago Couto.

"Sem dúvida, teve influência do Rogério (na contratação), trabalhamos juntos por três anos no Fortaleza, me adaptei bem ao estilo de jogo dele, ele gosta de ter um homem a mais na saída de jogo. Em relação ao Couto, ele é novo, está começando agora, está passando por um processo de amadurecimento. Ele só vai ganhar essa experiência jogando", disse.

"É um sonho vestir essa camisa, trabalhei muito para estar aqui e estou muito feliz de conseguir retribuir, busco me entrosar cada vez mais com meus companheiros de time. Às vezes o atacante fica cinco, seis jogos sem marcar e é menos questionado que o goleiro, que acaba falhando. Quando falhamos, não servimos mais para aquele time, o clube passa a ter que contratar um novo goleiro. É uma profissão muito difícil. Você faz uma temporada regular, vai errar e acertar, e quando erra não serve mais. Respeito todas as opiniões, mas acho que precisa de cuidado para avaliar o trabalho do goleiro", concluiu, desabafando.

"São dois caras que eu tenho um carinho enorme, gratidão eterna, não tenho como retribuir o que eles fizeram pela minha carreira. Trabalhei com o Diniz por 10 anos, um cara que mudou minha vida no futebol. Só tenho que agradecer aos dois. Trabalhei com o Rogério no Fortaleza, depois aqui, ele nasceu para ganhar, exige isso da gente, não se contenta em empatar, ele transmite essa energia, tem essa vivência. Ele jogou, então tem esse feedback muito bom com os atletas. Estou muito feliz."



Partida contra Coritiba
"Um jogo muito importante, nosso campeonato é jogo após jogo, não adianta a gente não fazer nosso dever de casa na quinta e pensar no Atlético-MG. Empatamos com o líder, esse ponto vai nos ajudar no final da competição para a gente buscar nosso objetivo, que é a vaga na Libertadores."


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Ate eu pegava pelnalti muito mal batido

Karina Jeane     

O que interessa materia dos Bambis . Este Site é Verdao caralho. Estagiário vsi se fuder e para com a maconha porra

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