Não se deixem enganar pelo placar magro no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André. Palmeiras e Santos fizeram uma partida altamente movimentada e cheia de lances de perigo neste sábado (17). Acabou que a equipe comandada por Ricardo Belli foi mais eficiente e chegou à vitória com um gol de Sochor aos 48 minutos da segunda etapa e venceu o “primeiro round” da decisão do Paulistão Feminino. Mas o que fica do jogo foram os problemas apresentados pelas Sereias da Vila em todos os setores. Principalmente na hora de realizar as transições defensivas e de conter os movimentos de Bia Zaneratto (a melhor em campo junto com a goleira Camila Rodrigues na opinião deste que escreve).
É verdade que as duas equipes entraram em campo sem muitas surpresas. O Palmeiras apostou num time muito semelhante ao que conquistou da Libertadores Feminina no mês de outubro com um 4-2-3-1/4-3-3 de muita mobilidade. Carol Baiana e Byanca Brasil ficavam mais pelos lados do campo (mas sem guardar muito a posição), Camilinha ficava um pouco mais contida no apoio em relação a Bruna Calderan, Andressinha pisava na área e Bia Zaneratto jogava como “falsa nove”. A principal jogadora das Palestrinas tinha liberdade total para circular por todo o campo.
Do outro lado, Kleiton Lima manteve o 4-4-2/4-2-4 costumeiro nas Sereias da Vila. Cristiane e Thaisinha formavam a dupla de ataque com Fernandinha e Jane Tavares jogando mais pelos lados. No entanto, o grande problema do time do Santos estava no meio-campo. Não foram poucas as vezes em que Ana Clara ficou mais sobrecarregada na marcação por conta dos avanços constantes de Brena para pressionar a saída de bola adversária ou até mesmo nas transições ofensivas. Isso acabou gerando uma cratera enorme na frente da última linha de defesa santista.
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