Um lance ocorrido aos 33 minutos do primeiro tempo causou bastante polêmica no duelo entre Palmeiras e São Bernardo, válido pelas quartas de final do Campeonato Paulista, neste sábado, no Allianz Parque.
Após o clube do ABC fazer um cruzamento na área, Rodrigo Souza desviou, e Marcos Rocha foi tentar afastar. A bola bateu na mão do lateral, e os jogadores adversários pediram pênalti. Após análise do VAR, a árbitra Edina Alves Batista não marcou a penalidade.
Para Renata Ruel, comentarista de arbitragem da ESPN, a marcação foi acertada.
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Não foi pênalti, porque o jogador tem o domínio do corpo e uma ação deliberada de jogar a bola. Ele mesmo jogou a bola com a perna contra o próprio braço, mesmo que esteja ampliando o espaço corporal. Só isso já seria o suficiente para que o pênalti não fosse marcado, segundo as orientações que os árbitros recebem. Além disso, ele teria um ganho tático ao tirar a bola da área. Com a bola batendo no braço e não saindo da área, ele não tem esse ganho. Esse é um fator a mais", explicou.
O Verdão e o São Bernardo fizeram as duas melhores campanhas da primeira fase.
Caso avance, o Alviverde passará a ser o 1º clube em todos os tempos a alcançar a semifinal do Paulistão por 10 vezes consecutivas (a competição passou a utilizar majoritariamente os mata-matas na fórmula de disputa a partir do final da década de 70).
Nas últimas 9 edições, aliás, o Palmeiras é o único que chegou à penúltima fase em todas.
No retrospecto, o clube do Palestra Itália foi campeão em 2020 e 2022, vice em 2015, 2018 e 2021 e semifinalista em 2014, 2016, 2017 e 2019.
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