Substituto de Rony? Artur se coloca à disposição para atuar em outra posição: "Já joguei de 10"

14/4/2023 15:12

Substituto de Rony? Artur se coloca à disposição para atuar em outra posição: "Já joguei de 10"

Meia-atacante de origem, jogador diz que pode até jogar de centroavante no time de Abel Ferreira

Substituto de Rony? Artur se coloca à disposição para atuar em outra posição:

De volta para o seu clube formador, Artur foi apresentado como reforço do Palmeiras nesta sexta-feira, na Academia de Futebol, mais de uma semana após a sua reestreia com a camisa alviverde.



Em meio a um calendário corrido, o meia-atacante, contratado do Red Bull Bragantino, finalmente conseguiu dar sua primeira entrevista coletiva. Ele comemorou o retorno ao clube que o revelou, relembrou os momentos nas categorias de base e comentou sobre o seu recomeço no time.

Estou muito feliz com a minha volta à Sociedade Esportiva Palmeiras. Evolui bastante. Sai como uma promessa, fiz minha revelação aqui. Deixei minha gratidão eterna pelo Palmeiras. Segui e me consolidei no futebol nacional. Consegui chegar na seleção brasileira. Me via muito bem, e surgiu a oportunidade de voltar. Não pensei duas vezes.

Era o momento de acertar, e agora é #DeVoltaParaCasa – brincou Artur.

Artur chegou jogando. Atuou na altitude de La Paz, na estreia do Palmeiras na Libertadores, na semana passada. Fora do Paulistão e da Copa do Brasil por já ter jogado a competição pelo Bragantino, ele se coloca à disposição de Abel em qualquer posição.

Sem Raphael Veiga, com uma lesão na coxa direita, e Bruno Tabata, em transição física, Artur pode ser utilizado como um meia-armador, como foi utilizado contra o Bolívar.

No Bragantino já joguei de 10, no meio, de ponta-esquerda, direita, mais aberto, também como centroavante, então não importa onde, vou me dedicar, vou ver vídeos para melhorar. O Scarpa fez sua história jogando mais como meia com o Veiga. Seria uma honra jogar ao lado do Veiga, do Dudu, não importa onde, tomara que eu esteja no bolo.

A gente fica triste pelo Rony e Veiga, sabemos que são essenciais para a equipe. Eu não tive contato ainda diretamente para falar sobre isso, até porque teve a decisão do Paulista, cheguei no jogo difícil em La Paz. Mas a partir do momento que voltei, cheguei para somar, para ajudar, independente da posição. Eu tenho que estar no meu melhor momento.

Dá até para ser uma opção como centroavante? Artur foi questionado.

Esse tamanho aqui, centroavante? É só bola no chão. Bola aérea, esquece. Mas eu quero estar ajudando, não importa onde. O Abel é um profissional que você acha que o seu melhor aqui, e quando você vai ver, está de zagueiro (risos). Eu quero sempre estar 110%, como ele costuma falar. E quem sabe, centroavante ali, do lado do Rony? (risos)

Veja mais respostas de Artur na entrevista:

O que você sentiu ao saber do interesse do Palmeiras?


No primeiro momento, onde começa nas redes sociais, a torcida comentando, a gente fica feliz de ser reconhecido pelo trabalho. Eu fiz uma história muito bonita no Red Bull Bragantino. Não pude ser campeão na final da Sul-Americana, fico bastante magoado, mas faz parte do futebol. Fiz uma bela história, fiz bons números, cheguei em final, e depois do meu conhecimento que podia voltar, era aqui. Tive uma proposta muito boa financeiramente, mas tinha a possibilidade do Palmeiras. Então pensei na minha carreira. Pretendo crescer demais aqui. Já deixei bem claro para os dirigentes lá, agradeci por tudo, e estou bastante feliz aqui. A minha família então, nem se fala (risos). Quando voltei, lembrei da minha época de base, fica toda essa lembrança.

Você teve algum contato com o Abel Ferreira quando ainda estava no Bragantino?

Não tive contato com ninguém aqui diretamente. Meu foco estava total no Bragantino, ainda mais na semifinal do Paulista, onde podíamos disputar com o Palmeiras. Meu foco estava lá. Eu até admito que não estava no meu 100%, dava para dar mais, estar mais ligado, mas faz parte. Fica de lição para mim, para a minha carreira. O Caixinha é um cara demais, muito ser humano, me deu total apoio para tomar essa decisão. Tive proposta do Catar, me deixou bem à vontade. Agora é um novo ciclo. Importante é estar com a cabeça boa, totalmente aqui, para fazer um bom trabalho.



Sente mais pressão nesse retorno ao Palmeiras?

O Bragantino tinha um projeto de apostar em jogadores mais novos, vi que poderia arriscar e fazer o que eu trabalhava. Lá eu poderia fazer mais isso, agora muda o contexto porque estamos no maior clube da América Latina e você tem que estar em um nível de concentração maior. Tudo precisa estar alinhado, até com a pressão. Minha irmã é psicóloga e sempre busquei esse apoio, da ansiedade e tomada de decisão. Já tive contato com ela e quero manter esse contato para ser um jogador de elite.



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