Willian Bigode, Mayke e Scarpa na época em 2021, quando eram companheiros de equipe no Palmeiras Imagem: Cesar Greco/Palmeiras
Um caso muito parecido que colocou Gustavo Scarpa e Willian Bigode nas manchetes dos noticiários nos últimos dias fez também Renan Dias e várias outras pessoas vítimas de um problema que até aqui não tem solução e custa mais de R$ 15 milhões, somando o prejuízo de todos os envolvidos.
Renan é amigo pessoal de Gustavo Scarpa e notou uma grande coincidência nos casos, além do mesmo modus operandi. A gemóloga que deu o aval para as alexandritas da XLand no caso dos jogadores é a mesma que está envolvida nesta outra operação e avalizou o valor de um lote de turmalina colorida: Weysida Carvalho.
Renan Dias colocou cerca de R$ 700 mil em investimento que prometia entre 3 e 5% de rendimento mensal. A operação foi feita pela empresa chamada GWL Group, que redirecionava todo o dinheiro para a Rental Coins. Mais de um ano depois, ninguém obteve retorno financeiro.
Pior do que isso, quando tentam usar as garantias das pedras preciosas para recuperar o valor investido, ouvem do mercado que o valor das pedras não chega nem perto do que foi indicado por Weysida Carvalho.
Em um desses casos, o documento assinado por ela dizia que uma cliente teria direito a US$ 100 mil em garantias se fosse necessário vender as pedras, mas o mercado avaliou o lote de pedras em cerca de US$ 500. Ao todo, a GWL prometia garantias de R$ 25 milhões.
A dinâmica é bem parecida com a que fez Gustavo Scarpa e outros jogadores vítimas. Naquele caso, a operação era feita pela WLJC Gestão Financeira, empresa que tem Willian Bigode como sócio, e redirecionada para a XLand, que tem sede no Acre. No caso de Renan, a empresa que faz a operação é a GWL Group, enquanto a Rental Coins está no lugar da XLand.
A reportagem tentou contato com a GWL Group, com a Rental Coins e com Weysida Carvalho e não obteve retorno. Caso isso ocorra, o texto será atualizado.
Recentemente, a Rental Coins foi notícia por causa de um de seus sócios que é Francisley Valdevino da Silva, conhecido como "Sheik das Criptomoedas". A estimativa da Polícia Federal é que sua pirâmide financeira tenha gerado prejuízo de R$ 1 bilhão.
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2277 visitas - Fonte: UOL
É golpe atrás de golpe. Brasil, o paraíso dos golpistas, corruptos e malfeitores..sejam bem-vindos todos.
Valdney Ferreira, tenha vergonha na cara seu 171 e suma daqui. Vá enganar aquela que te pôs no mundo.
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