Palmeiras e WTorre não entraram em acordo por conta de dívida e caso vai para a Polícia (Foto: Fabio Menotti/Palmeiras)
Nesta terça-feira (30), o delegado titular do 23º Distrito Policial de São Paulo atendeu ao pedido do Palmeiras, abriu inquérito e vai apurar possíveis crimes de apropriação indébita e de associação criminosa. Ainda há a solicitação para o bloqueio de bens da empresa e de seus gestores, além da quebra de sigilo bancário da Real Arenas desde novembro de 2014.
Nesta terça-feira (30), o delegado titular do 23º Distrito Policial de São Paulo atendeu ao pedido do Palmeiras, abriu inquérito e vai apurar possíveis crimes de apropriação indébita e de associação criminosa. Ainda há a solicitação para o bloqueio de bens da empresa e de seus gestores, além da quebra de sigilo bancário da Real Arenas desde novembro de 2014.
Vale lembrar que o Palmeiras já vinha cogitando a entrada na esfera criminal para ter direito ao valor da dívida, como informou primeiramente o GE e confirmou o LANCE!. Baseado em uma consulta a um advogado criminalista, o clube entende que se trata de uma apropriação indébita, pois a empresa fica com as receitas e não as repassa como prevê o acordo.
Vale lembrar que o Palmeiras já vinha cogitando a entrada na esfera criminal para ter direito ao valor da dívida, como informou primeiramente o GE e confirmou o LANCE!. Baseado em uma consulta a um advogado criminalista, o clube entende que se trata de uma apropriação indébita, pois a empresa fica com as receitas e não as repassa como prevê o acordo.
Segundo o contrato selado entre o Verdão e a WTorre, o clube tem direito a receber percentuais que crescem gradativamente ano a ano do acordo de exploração do estádio. Ou seja, parte das receitas referentes a exploração de áreas da arena, camarotes, realização de shows, locação de cadeiras e até naming rights devem ser direcionadas aos cofres do Alviverde, algo que não tem acontecido.
Segundo o contrato selado entre o Verdão e a WTorre, o clube tem direito a receber percentuais que crescem gradativamente ano a ano do acordo de exploração do estádio. Ou seja, parte das receitas referentes a exploração de áreas da arena, camarotes, realização de shows, locação de cadeiras e até naming rights devem ser direcionadas aos cofres do Alviverde, algo que não tem acontecido.
A última vez que a WTorre fez o repasse desses valores foi em junho de 2015, há quase oito anos. Foram apenas sete meses em que o acordo foi cumprido: novembro e dezembro de 2014, e entre janeiro e junho de 2015, com exceção do mês de maio. De lá para cá, o Palmeiras nunca mais viu os valores, mas a construtora reconhece que os valores deveriam ser direcionados ao clube em relatórios periódicos. Em 2017, quando o Verdão entrou na Justiça, o valor era de R$ 15 milhões.
A última vez que a WTorre fez o repasse desses valores foi em junho de 2015, há quase oito anos. Foram apenas sete meses em que o acordo foi cumprido: novembro e dezembro de 2014, e entre janeiro e junho de 2015, com exceção do mês de maio. De lá para cá, o Palmeiras nunca mais viu os valores, mas a construtora reconhece que os valores deveriam ser direcionados ao clube em relatórios periódicos. Em 2017, quando o Verdão entrou na Justiça, o valor era de R$ 15 milhões.
Em 2018, a ação foi extinta pela Justiça, com a justificativa de que o assunto deveria ser tratado com os outros que estavam em discussão na corte arbitral, esfera em que as partes vem buscando acordos por conta das divergências da parceria. Por lá, porém, os temas também não têm andado, paralisando outras questões que não ganham sequência devido a esses entraves judiciais.
Em 2018, a ação foi extinta pela Justiça, com a justificativa de que o assunto deveria ser tratado com os outros que estavam em discussão na corte arbitral, esfera em que as partes vem buscando acordos por conta das divergências da parceria. Por lá, porém, os temas também não têm andado, paralisando outras questões que não ganham sequência devido a esses entraves judiciais.
O acordo entre as partes é válido por 30 anos, ou seja, termina em novembro de 2044, quando o Palmeiras terá 100% das receitas do estádio. Além dessa discussão de dívida, Verdão e WTorre brigam por conta da implementação do sistema de reconhecimento facial no Allianz Parque.
O acordo entre as partes é válido por 30 anos, ou seja, termina em novembro de 2044, quando o Palmeiras terá 100% das receitas do estádio. Além dessa discussão de dívida, Verdão e WTorre brigam por conta da implementação do sistema de reconhecimento facial no Allianz Parque.
Enquanto o Alviverde, que tem o controle da operação dos jogos, exige que 100% dos torcedores acessem as arquibancadas por meio de biometria, ou serão barrados, a empresa entende que não há tempo hábil (até 4 de junho) para adequar seus clientes do Passaporte (cerca de sete mil torcedores) a esse tipo de plataforma. A WTorre quer mais testes para viabilizar a migração dos dados dentro do regime das leis. Os dirigentes palmeirenses, porém, não abrem mão da decisão e indicaram uma possível solução para que nenhum torcedor seja prejudicado.
Enquanto o Alviverde, que tem o controle da operação dos jogos, exige que 100% dos torcedores acessem as arquibancadas por meio de biometria, ou serão barrados, a empresa entende que não há tempo hábil (até 4 de junho) para adequar seus clientes do Passaporte (cerca de sete mil torcedores) a esse tipo de plataforma. A WTorre quer mais testes para viabilizar a migração dos dados dentro do regime das leis. Os dirigentes palmeirenses, porém, não abrem mão da decisão e indicaram uma possível solução para que nenhum torcedor seja prejudicado.
1800 visitas - Fonte: Lance
Matéria muito mal feita , os parágrafos todos duplicados. O assunto é bom mas quem redigiu , péssimo
Acho que ir a polícia , não deveria ser a melhor saída . Diplomacia para resolver problemas . Como disse anteriormente , para diminuir os anos que a WTorre tem direito de uso do Allianz Park .
Dalhe tia Leila ,