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Em nova nota oficial divulgada nesta quarta-feira (31), o Palmeiras voltou a atacar a Real Arenas, empresa da WTorre que cuida da administração do Allianz Parque.
Como mostrou a ESPN na última terça (30), as partes vivem uma briga judicial de quase R$ 130 milhões, referente às receitas da arena alviverde que não teriam sido repassadas ao clube desde 2015. Por causa disso, o time foi inclusive à polícia e abriu um inquérito.
O Alviverde pede a apuração dos possíveis crimes de apropriação indébita e associação criminosa, além do bloqueio de bens, valores e contas bancárias da Real Arenas e de seus atuais administradores. Outra exigência do clube é a quebra do sigilo bancário da Real Arenas a partir de novembro de 2014, quando começou a parceria.
"Desde a inauguração do Allianz Parque, em novembro de 2014, a Real Arenas efetuou os referidos repasses em apenas sete meses, desrespeitando, reiterada e insistentemente, de forma unilateral o contrato firmado entre as partes e causando enorme prejuízo financeiro ao clube", escreveu o Palmeiras.
"Tal prática deliberada e evidentemente ilícita por parte da Real Arenas e seus representantes deu ensejo ao pedido de instauração de inquérito policial junto ao 23º DP", acrescentou.
A equipe palestrina ainda saiu em defesa de sua presidente, Leila Pereira, que foi atacada pela Real Arenas também em nota divulgada na noite de terça (30).
"A presidente Leila Pereira, mencionada nominalmente de modo desrespeitoso no comunicado divulgado pela Real Arenas, tem o dever de zelar pelos direitos e interesses do clube e assim o fará até o fim do seu mandato", finalizou o Alviverde.
De acordo com o Verdão, desde que o Allianz Parque foi inaugurado, a administradora repassou os pagamentos somente de novembro e dezembro de 2014 e de janeiro a junho de 2015 (exceto maio). Assim, deixou de pagar o valor total de R$ 127.972.784,97.
Em face do comunicado emitido na noite de ontem pela Real Arenas acerca do inquérito policial instaurado para que sejam apurados os possíveis delitos de apropriação indébita e associação criminosa cometidos pela superficiária do Allianz Parque, a Sociedade Esportiva Palmeiras esclarece que:
– A dívida referente a repasses não realizados pela Real Arenas, totalizando R$ 127.972.784,97 (até março de 2023), cobrada por meio de Execução Judicial em curso perante a 29ª Vara Civil da Comarca de São Paulo, é incontroversa e assumida pela própria superficiária do Allianz Parque em relatórios mensais enviados ao clube, sendo tal processo judicial público e sem qualquer sigilo ou confidencialidade, ao contrário dos da Corte Arbitral;
– Desde a inauguração do Allianz Parque, em novembro de 2014, a Real Arenas efetuou os referidos repasses em apenas sete meses, desrespeitando, reiterada e insistentemente, de forma unilateral o contrato firmado entre as partes e causando enorme prejuízo financeiro ao clube. Tal prática deliberada e evidentemente ilícita por parte da Real Arenas e seus representantes deu ensejo ao pedido de instauração de inquérito policial junto ao 23º DP;
– A presidente Leila Pereira, mencionada nominalmente de modo desrespeitoso no comunicado divulgado pela Real Arenas, tem o dever de zelar pelos direitos e interesses do clube e assim o fará até o fim do seu mandato.
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