Palmeiras pressiona WTorre para receber R$ 128 mi, mas não quer rescisão Imagem: Ricardo Moreira/Getty Images
O Palmeiras não pensa em rescindir o contrato que tem com a WTorre e assumir o controle da gestão do Allianz Parque. Embora exista essa possibilidade no contrato assinado entre os dois, o clube afirma que a única intenção com a pressão que exerce sob a Real Arenas nesse momento é de receber a dívida que está na casa dos R$ 128 milhões.
Recentemente, o Alviverde foi à Justiça Comum para prestar uma queixa contra a construtora como mais uma forma de pressionar a empresa a pagar o que chama de dívida confessa e aberta desde 2015. A situação piora à medida que a WTorre ainda tem interesse em se envolver em outros projetos como a nova Vila Belmiro.
Esse valor é referente ao direito que o Palmeiras tem em cima de propriedades como aluguel de camarotes, participação em shows, bares, restaurantes e outros itens como o naming rights por exemplo. O contrato estabelece que essa participação cresce até os 30 anos de gestão, quando o clube passa a ser dono de 100% do estádio.
A Real Arenas diz que a dívida ainda está em discussão na câmara de arbitragem e que também tem valores a receber do clube. A construtora ainda diz que negociava o pagamento com o clube e que Leila Pereira largou a mesa de negociações de maneira injustificada.
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Não tem negociação. Paga que tem direitos. Não pagou. Não leva.
No mundo dos negócios existe uma lógica, se você é devedor tem que pagar. Em caso de não pagamento, o prejudicado cobra na justiça.
Já disse ! Qual foi o custo para erguer o Allianz Park ? A matemática é simples . Se ambas as partes assiram um contrato de que a WTorre ficariam com direito de usar o Allianz Park por trinta anos e se não está repassando valores combinados , então que dilua em anos . Diminua de trinta para vinte anos , assim encurta o tempo para ficar com controle total do Allianz .
É só pagar o que deve