Di Stéfano e Pelé, em duelo entre o Real Madrid e o Santos, em 1959 Imagem: Foto: Divulgação
Sensação do Palmeiras, e já negociado com o Real Madrid, o atacante Endrick revelou ao jornal espanhol "Marca" que quase recebeu o nome do argentino Alfredo Di Stéfano, lenda do clube merengue.
O fato não passou despercebido entre os vizinhos, que se gabam sempre da grande quantidade de jogadores brasileiros que hoje levam o nome de Juan Román Riquelme.
Que Endrick, de só 16 anos, quase tenha sido batizado com o nome de uma lenda do passado, diz, para os fanáticos argentinos, o grande apreço que os brasileiros têm pelo futebol do país.
"O meu nome não ia ser Endrick, ia ser Di Stéfano, que era jogador do Real Madrid", falou o atacante do Palmeiras.
"Então eu fui procurar isso, vi os brasileiros que jogaram lá, como Ronaldo, Vinícius agora, Rodrigo, Éder (Militão). Então, como eu vi meus ídolos jogarem lá, como eu vi a história do clube, fiquei ainda mais interessado. Encarei como um desafio para mim, tentar jogar pelo Real Madrid", disse.
Endrick foi negociado com o clube merengue em 2022, por valores que podem chegar a 70 milhões de euros (R$ 375 milhões na cotação atual)
Nascido em 4 de julho de 1926 em Buenos Aires, Di Stéfano é talvez o grande responsável pela grandeza do Real Madrid. Foi, afinal, o craque da equipe que dominou o futebol nas décadas de 1950 e 1960, formando parceria com o húngaro Ferenc Puskas.
Com ele em campo, os merengues se tornaram os maiores campeões da Espanha e da Europa.
Nos 11 anos em que defendeu o Real, foi pentacampeão europeu e conquistou oito títulos espanhóis. Ainda foi campeão mundial em 1960 e da Copa do Rei em 1962.
Seu apelido era "seta loira", rápido e objetivo.
O clube lhe condecorou com o título de presidente honorário e dedicou uma área do Bernabéu em sua homenagem.
Di Stéfano começou sua carreira no River Plate, em 1945, aos 19 anos, sendo emprestado logo em seguida para o Huracán. Retornou para o gigante de Núñez dois anos depois, formando o célebre time conhecido como "La Máquina".
Em 1949, transferiu-se para o Millonários, da Colômbia, após uma greve dos jogadores argentinos. Por lá foi campeão nacional, com 88 gols em 102 partidas.
Apesar de ser um dos maiores nomes do futebol argentino, Di Stéfano só disputou seis jogos com a camisa de seu país. Ele também defendeu a Colômbia, mas em apenas quatro partidas.
A seleção que atuou por mais tempo foi a Espanha, com 23 gols em 31 jogos entre 1957 e 1961.
Di Stéfano, porém, nunca disputou uma Copa do Mundo. Esteve perto em 1962, mas uma lesão nas costas o tirou da competição.
"Don Alfredo" morreu aos 88 anos, durante a Copa do Mundo realizada no Brasil, em 2014. Ele sofreu uma parada cardíaca em uma rua próxima ao Santiago Bernabéu.
1383 visitas - Fonte: UOL
Clube que menos contratou na série A, quer ganhar o quê de importante nacional?!
Agora é tarde , a " Inês é morta",!
O meio de campo não tem substituto que corresponda, e a zaga com 05 zagueiros é jogar com medo de perder, a maior burrice de um treinador.
Palmeiras tá com o ano perdido, culpa de quem? O treinador que disse no começo da temporada que só precisava de dois jogadores, contratou dois, só o Artur correspondeu.
Tem cada idiota nesse grupo.
Foda-se Endrick e o Real Madrid, eu sou Barcelona que contratou o Vitor Roque que é melhor do que esse Endrick que tá se sentindo o bam bam bam...Quero saber assuntos atinentes ao Palmeiras...porra..
Se o endrick soltar dois pedidos vao escreve: endrick o herói dos gases. Já encheu trás notícia do Palmeiras não de Real Madri.