Infoesporte
Para quem tinha dúvidas do estilo de gestão que Leila Pereira aplicaria no Palmeiras – se mais racional, como nas empresas que ela administra há anos, ou passional e talvez irresponsável, como um cartola convencional faria –, o primeiro ano da dirigente oferece algumas respostas.
A competitividade do futebol foi mantida, com a conquista do Campeonato Brasileiro. As finanças seguem organizadas, apesar de uma notícia ruim aqui e outra ali. E, enquanto isso, a presidente resiste às tentações que fariam outros sucumbirem na mesma posição, como sair contratando jogadores ou despejar o próprio dinheiro no clube.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/W/d/4jCANqRxaSY0z5LsZUAQ/palmeiras.png)
As finanças do Palmeiras — Foto: Infoesporte
A pressão que torcida e mídia fazem por reforços, aliás, é até difícil de compreender, diante de alguns números. Não só o Palmeiras tem a segunda folha salarial mais cara do futebol brasileiro, os valores gastos em luvas e compras de direitos de atletas são altos e aumentaram.
Os números a seguir refletem o fluxo de caixa, isto é, quanto dinheiro efetivamente saiu das contas bancárias palmeirenses em cada ano para reforçar o elenco. Em 2021, Maurício Galiotte fez seu último ano como presidente alviverde. Em 2022, começa a administração de Leila.
Além disso, e aqui há um sinal de alerta para torcedores, a dívida do Palmeiras aumentou no ano passado. Ela foi puxada para cima justamente por parcelas de jogadores cujos direitos federativos e econômicos foram comprados. O endividamento ainda está em nível adequado, condizente com as receitas, mas crescente.
Com base no que mostram as finanças, não há como acusar a presidente de poupar dinheiro desnecessariamente. As escolhas feitas pelo departamento de futebol podem até ser questionadas, como em qualquer clube, mas neste caso nenhum dos indicadores financeiros sugere falta de investimento por parte desta administração.
Outro aspecto peculiar ao Palmeiras está na ligação entre clube e empresas que pertencem a Leila. Anos atrás, a empresária contava vantagem pelo fato de que Crefisa e FAM eram as maiores patrocinadoras do futebol sul-americano. Ela também emprestou dinheiro a juro baixo e prazo alongado para que Galiotte comprasse atletas.
Agora, que Leila está na presidência, o movimento foi na direção contrária. O patrocínio das empresas ainda é relevante, mas responde por um percentual relativamente baixo do faturamento, menor que 15%. E a dívida da associação com a Crefisa vem sendo reduzida, ano a ano.
Se 2023 e 2024 seguirem a mesma linha do primeiro ano da empresária na presidência, pode-se esperar um clube altamente competitivo, com as contas ainda organizadas e nada dependente do dinheiro da cartola – seja no patrocínio, seja no empréstimo, que até lá já deverá ter sido zerado. Muita coisa precisa dar errado para tirar o Palmeiras do eixo.
3273 visitas - Fonte: Globo esporte
O Palmeiras não é uma empresa nde só visa lucros somos um clube que visa titulos portanto dever não é anormal o importante é ganhar titulos com isso nossos jogadores são valorizados ,estadio lotado alem deter que vender bem tem que saber comprar . Portanto não se compra de sacolada deve se comprar com qualidade jogador que chega pra ser titular pra resolver e estes jogadores são caros . O mais importante é ganhar quanto a gastar não é problema quando se gasta no cara certo um exemplo o Arthur vendeu por um preço e depois comprou de volta por outro preço mais valeu apenas e agora ta na hora de gastar sem pensar no valor mais na qualidade.
O maior problema, nessa administração, é que compra mal e vende mais ou menos. Um elenco caro, precisa vender bem e investir pesado em peças de qualidade. A somatória disso é: mais títulos, e consequentemente mais dinheiro, estádios lotados, que atraem mais dinheiro e justificam preços de ingressos altos e vendas de camisas. Isso junto atraí mais torcedores e criam uma nova geração de torcedores que vão consumir mais produtos alimentando toda essa cadeia.
ta na de sair ta a fundando o time vai logo