Matteo Ciambelli/NurPhoto via Getty Images
Alguns anos antes de Endrick, outro atacante que fez sucesso na base do Palmeiras foi vendido ao Real Madrid: Rodrigo Rodrigues. Conhecido à época pelo apelido de Farofa, o jovem saiu do Novorizontino para o maior clube do mundo em pouco tempo.
Nascido em São Carlos em uma família humilde, Rodrigo começou na base do time do interior paulista, pelo qual se destacou no Estadual sub-17 e jogou a Copa São Paulo antes de estrear como profissional com apenas 16 anos. Logo no primeiro jogo deu uma assistência na vitória contra o Santos por 1 a 0 no Campeonato Paulista de 2017 e ainda atuou depois contra o Palmeiras pelas quartas de final da competição.
Logo em seguida, foi emprestado ao Verdão para disputar o Mundial sub-17, realizado na Espanha. A equipe alviverde, que tinha nomes como o meia Gabriel Menino, o zagueiro Vitão (Internacional) e o atacante Wesley (Cruzeiro), caiu na semifinal para o Benfica, o vice-campeão.
Em cinco jogos, o atacante anotou cinco gols e viu sua vida mudar.
Acompanhado na viagem por Edu Schmidt (ex-atacante de São Paulo e Celta de Vigo), um dos seus agentes, Rodrigo lembra que tinha apenas um objetivo: agradar ao Verdão para ser contratado de forma definitiva.
"Logo depois do último jogo, eu voltei para o quarto do hotel e o Edu falou: "Quero te dar uma notícia. Pensei: "Será que o Palmeiras vai me querer?". Mas ele disse: "O Real Madrid te quer". Fiquei travado e até chorei. Foi uma emoção muito grande. Não ia querer nem ouvir outra proposta", disse ao ESPN.com.br.
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Na viagem de avião de volta ao Brasil, o jovem estava realmente nas nuvens...
"Fiquei pensando: "Caramba, será que é verdade mesmo? Será que o Edu não está de brincadeira com a minha cara?" Graças a Deus era tudo verdade."
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Os empresários já haviam acertado a transferência para o clube merengue por 4,15 milhões euros (cerca de R$ 21,68 milhões), de acordo com o site especializado Transfermarkt. No entanto, como era menor de idade, Rodrigo voltou ao Brasil e ficou até o meio de 2018 no Novorizontino até completar 18 anos. No período, fez mais uma partida profissional pelo Estadual, contra o Santo André.
O atacante chegou ao Real poucos meses antes do que Vinicius Júnior. Enquanto o ex-atacante do Flamengo foi cedido para o Real time B do Real Madrid), Rodrigo começou sua trajetória na equipe sub-19.
"Primeiro dia foi um baque porque era tudo muito bonito e novo para mim. O problema é que não sabia falar o idioma e me comunicar. Aos poucos fui fazendo amizade com o pessoal e me adaptando. Fui muito bem recebido porque o clube tem uma estrutura gigante e as pessoas são muito educadas".
"O Vini e o Rodrygo "bagunçavam" demais as defesas nos treinos. São gente boa e já demonstravam muita qualidade. Eu tinha o hábito, por jogar nas beiradas do campo, de driblar muito e prender a bola. Mas aqui eles tocam mais a bola e fazem o jogo correr mais. Fui aprendendo o sistema de jogo do time".
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O começo do atacante na base merengue foi avassalador: seis gols nos primeiros cinco jogos pela Youth League - a Uefa Champions League sub-19. A equipe caiu nas quartas para o Hoffenheim, da Alemanha
"Não conhecia esse torneio no Brasil, mas vi que os garotos do clube estavam ansiosos. Foi muito bonito e pude ajudar".
Além disso, anotou uma pintura na vitória por 2 a 0 no clássico contra o Barcelona, válido pela Copa do Rei, fora de casa.
"Foi pela Copa do Rei e ficou marcado. Estava sofrendo com pubalgia e muita dor. Fiz um dos gols mais bonitos da minha carreira. As dores até sumiram (risos)". Quase fiz outro golaço, mas a bola bateu na trave".
??? El espectacular gol de Rodrigo en el Clásico de juveniles!!!#LaFabrica pic.twitter.com/0bEVQqL7ei
— Cantera Real Madrid (@lafabricacrm) June 1, 2019
Rodrigo chegou a treinar duas vezes com o elenco profissional.
"Uma vez me troquei no vestiário deles e fiquei todo envergonhado. Pensava: "Caramba, aonde estou?" Só via os caras pela televisão e pelo videogame. Era um sonho que estava se realizando. Eu mal abria a boca", contou.
"Eles só tocavam a bola e a gente corria atrás (risos). Casemiro e Marcelo só davam passes altos, enquanto o Toni Kross só com gingado do corpo já nos enganava (risos)".
Na temporada seguinte, o brasileiro foi para o Real Castilla, que era treinado pelo ex-atacante Raúl González, lenda merengue.
"Algumas vezes ele fazia treinos de finalização com a gente. Lembro de um campo reduzido que ele jogou no time adversário. O que ele fez de gols nesse dia (risos). Ele ainda tinha muita qualidade. Era um cara super bacana, que conversava e me dava conselhos. Era um treinador muito bom".
Quando tinha tudo para se firmar no time B do Real, o jovem sofreu duas lesões que atrapalharam a transição para o time profissional.
"Vinha sofrendo com uma pubalgia desde a temporada anterior. Conseguia me tratar, mas ela sempre voltava. A última vez foi muito forte e não conseguia nem andar. Fiquei oito meses parado no primeiro ano de Castilla. Quando me recuperei e ia receber chances com o Raúl, estourei o menisco do joelho. Foram mais três meses sem jogar. Fiz apenas dois jogos à base de remédios".
Em 2020, Rodrigo foi emprestado ao Talavera CF, da terceira divisão espanhola, para voltar a jogar com frequência. Na primeira temporada ele teve um desempenho mais discreto, mas no segundo ano conseguiu se destacar.
"Sofri um pouco no começo porque estava voltando das lesões e entendi que as coisas iam mudar. Fui bastante feliz, fiz bastante gols e pude ajudar o clube".
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Cedido em seguida ao Valencia, o atacante treinava quase sempre com a equipe principal, comandada pelo ex-volante italiano Gattuso, mas jogava pelo time B.
"Ele é uma figura! A gente estava correndo e, do nada, dava uns gritos em italiano e xingava (risos). Uma vez me deu um tapa nas costas e gritou: "Vamos, Rodrigo!" Que cara maluco, nunca vi um treinador fazer isso. Com os jogadores que ele conhecia há mais tempo era ainda pior".
Após o final de contrato, o brasileiro voltou ao Real Madrid, mas tem o futuro indefinido. Com mais um ano de vínculo com o clube merengue, o jogador ainda não sabe qual seu destino na próxima temporada.
"Meus empresários estão vendo para onde vou. Estou há cinco anos na Espanha, mas abro portas para qualquer desafio, mesmo que seja em outro país. Voltar ao Brasil, não sei... Quem sabe?", afirmou.
2214 visitas - Fonte: ESPN
Vai lamber sabão seu analfabeto
Francisco seu cuzão: vc me conhece pra está mim maltratando com palavrão seu analfabeto, seu frarou de Fusca, primeiramente eu sou palmeirense e só estou falando dessa diretoria incompetente que não contrata ninguém seu Zé buceta do caralho, quem já tevi Evair vestindo a camisa ?? move e hoje tem essa besta quadrada de endrick vestindo a nove é uma falta de respeito muito grande com o torcedor palmeirense
Diogenws Pereira. Tu é um Zé Buceta mesmo. Em 2021, o Cheirinho tinha os dois centroavantres, maravilhosos que tu diz. E lerdeu a libertadores pra nós, que tinhamos aoenas os Deyvinho e Pereba Luiz Adriano. Em 2022, O cheirinho continuava com os dois maravilhosos centroavantes. Sóforam campeõesda libera e da copa do Brasil, porque a CBF, ordenou a arbitragem a retirar no apito e no var, o Palmeiras das duas competições. Senão, seria maos duas cafungadas do cheirinho. Em 2023, o cheirinho continuava com os dois centroavantes maravilhosose que vc diz e perdeu a Supercopa para o Palmeiras, que jogou sem centroavante, até que o Endrick, entrasse para tirar jogar cansado. E mais uma vez o cheirinho perdeu pra nos. Ai eu ti pergunto. Pra diabos serviu os tais centroavantrs maravilhosos? Amigo. Quem tem Abel Ferreira, como tecnico. Nãoprecisa se preocupar em trr Pedro e ou Gabriel. O Rony, é muitomais efetivo do que os dois.,
Vão lamber sabão diretoria incompetente
Esse endrick, é a pior enganação que j apareceu no futebol,por causa dessa pereba foi que dona Florinda não contratou um camisa nove um matador,a falta de um nove,o cheirinho tem logo dois meu Deus.