Na última quarta-feira (13), o Peñarol voltou à Fifa para cobrar o Palmeiras pelo atraso no pagamento da última parcela referente à compra do lateral-esquerdo Joaquim Piquerez , ocorrida no final de julho de 2021. A informação foi confirmada pela ESPN , que trouxe os detalhes da situação.
Com a ida dos uruguaios à Fifa, o valor de US$ 900 mil (cerca de R$ 4,4 milhões) deverá ser pago com juros e correção pelo Palmeiras apenas em 2024. Esta foi a segunda vez que o Peñarol precisou cobrar o time paulista na Justiça, uma vez que outra situação havia ocorrido em outubro de 2022.
A ESPN apurou por que o Palmeiras, um dos clubes que tem a saúde financeira mais estável do Brasil, sofre para cumprir os prazos estipulados em contrato com o Peñarol e quitar de uma vez por todas a dívida que tem por Piquerez.
De acordo com a reportagem, o chamado fluxo de caixa é o principal problema alegado pelo Verdão nos bastidores para pagar o valor. As finanças do Palmeiras foram duramente impactadas pela COVID-19, além dos investimentos realizados nos últimos meses para manter e valorizar as principais peças do elenco.
No entendimento do Palmeiras, o valor de quase R$ 5 milhões das parcelas referentes a Piquerez tem um impacto considerável nas finanças do clube, o que poderia gerar problemas para o Alviverde honrar os compromissos que tem com seus atletas.
Com relação ao cenário envolvendo Piquerez, a princípio, o Palmeiras ofereceu pagar a primeira parcela atrasada , de julho, em dezembro de 2022, e voltar a falar sobre a segunda parcela atrasada, de novembro, apenas em 2023. A sugestão foi recusada pelos uruguaios, que decidiram ir à Fifa.
A ESPN apurou que o Palmeiras achou melhor não levar o caso ao CAS – Corte Arbitral do Esporte, o que faria com que uma resolução só pudesse sair em 2024.
No entendimento do clube paulista, não valeria a pena desgastar ainda mais uma situação com os uruguaios e ter novos gastos jurídicos ao longo do processo na Fifa. Com isso, o Palmeiras viu como solução realizar o pagamento logo após a notificação da entidade.
A situação voltou a se repetir em julho deste ano, data de vencimento da última parcela. Com o novo atraso, o Palmeiras foi novamente cobrado pelos uruguaios na Fifa e só deverá desembolsar o valor final para quitar de vez a compra de Piquerez, ocorrida em 2021, ao longo de 2024.
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Isso se chama má gestão, péssima GESTÃO da Leila até o momento,toda hora se tem um motivo pra reclamar dela. Não contrata ninguém e ainda não paga as dívidas,desse jeito nenhum clube vai querer vender pro verdão.