O Palmeiras recebeu a primeira parcela da venda de Giovani para o Al Sadd, do Catar, após o clube não ter cumprido o acordo inicial e ter dado calote. A negociação, fechada em junho por 9 milhões de euros (R$ 47 milhões na cotação da época), determinava um pagamento de 5 milhões de euros (R$ 26,3 milhões na cotação atual) à vista.
O Terra apurou que o dinheiro caiu na conta da diretoria do Verdão nesta semana, mas ainda restam mais 4 milhões de euros a serem recebidos pleno clube nos próximos meses.
O Palmeiras chegou a notificar o Al Sadd pelo atraso, com a ameçada de levar o caso para a FIFA, mas no fim das contas, houve o acordo coma equipe catari.
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Giovani atualmente está em recuperação de uma lesão de ligamento no joelho, sofrida em seu primeiro jogo pelo Al Sadd, em julho. O jogador foi revelado pelas categorias de base do clube, mas não conseguiu tantos minutos quanto o esperado com o técnico Abel Ferreira.
A presidente do clube, Leila Pereira, explicou a venda na ocasião em coletiva de imprensa. A mandatária falou que o dinheiro que o clube clube receberá no negócio vão servir para equilibrar as finanças, sem precisar abrir mão dos principais nomes do elenco.
"A gente conseguiu se equilibrar, a venda do Giovani foi importante. Temos outros caminhos (para negócios), mas não de jogadores que a comissão técnica entenda que seja fundamental que permaneça no Palmeiras, esses são intocáveis. Mas se houver uma proposta interessante e a comissão entenda que não fará falta, a gente está aberto a conversar", disse Leila Pereira.
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