Nesta segunda-feira (9), o apresentador Eduardo de Meneses recebe o ex-lateral-esquerdo Júnior , ídolo de Palmeiras e São Paulo , no " MunDu Meneses ". O programa vai ao ar às 20h (de Brasília), no canal de YouTube da ESPN .
Na conversa mais do que descontraída, o campeão do mundo com a seleção brasileira relembrou a histórica briga na final do Campeonato Paulista de 1999, envolvendo o Verdão e o arquirrival Corinthians , no Morumbi.
Na ocasião, o Timão havia vencido a partida de ida, em que o Alviverde atuou com sua equipe reserva por causa da final da CONMEBOL Libertadores no meio da semana, por 3 a 0. Na volta, o clássico estava empatado em 2 a 2 quando o atacante Edílson iniciou sua famosa série de embaixadinhas, provocando os adversários e dando início a uma confusão generalizada.
Júnior foi o primeiro a agir, já que sua rivalidade com o "Capetinha" era grande.
"Na verdade eu não encontrava o Edílson (fora dos jogos). Com o Edílson, eu tinha rivalidade. Todo Palmeiras x Corinthians a gente brigava, discutia muito. A gente não tinha amizade. Eu tinha (amizade) com o Vampeta , porque crescemos juntos no Vitória. Mas, com o Edílson, a gente brigava todos os jogos", ressaltou.
O lateral, porém, acabou pegando leve. Sua intenção era "chegar na voadora", mas, no último momento, ele conseguiu se controlar.
"Quando ele [Edílson] coloca a bola no pescoço, no ombro, sei lá... A minha intenção era correr mesmo para pegar. Mas, quando eu cheguei perto, dei aquela recuada", lembrou.
"Ele deixou a bola, eu chutei para longe, depois veio todo mundo na sequência e começou a confusão toda. Mas minha intenção era chegar mesmo dando uma voadora. Quando cheguei perto, dei aquela recuada", completou.
Outros palmeirenses, porém, não tiveram a mesma calma. Jogadores como Paulo Nunes , Zinho e Roque Jr. partiram para a trocação franca, e o confronto envolveu até mesmo comissões técnicas e funcionários dos clubes.
Na conversa, Júnior ainda recordou que, apesar das embaixadinhas de Edílson terem virado a grande marca daquele confronto, os palmeirenses também provocaram antes da partida.
O lateral relatou que os atletas palestrinos pintaram o cabelo de verde e comemoraram o título da Libertadores no campo - vale lembrar que, na campanha, o Palmeiras eliminou o próprio Corinthians nas quartas de final.
"Teve provocação da nossa parte também, porque a gente tinha sido campeão da Libertadores. No jogo de ida (da final do Paulista), a gente tinha perdido por 3 a 0. Na volta, o Felipão até colocou o time titular, mas não tinha mais como reverter o quatro. Antes do jogo, a gente pintou o cabelo de verde, o Roque Jr. que levou a tinta. Quando ele [ Edílson ] viu as provocações, aí teve aquela onda lá", complementou.
Com a briga, o árbitro Paulo César de Oliveira encerrou a partida aos 30 minutos do 2º tempo, com o Corinthians sendo declarado campeão estadual.
Ainda assim, Paulo Nunes ainda fez uma última provocação, desfilando em frente à torcida alvinegra com a faixa do título da Libertadores.
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