O Palmeiras tem vivido bons momentos financeiros há alguns anos, mas ainda sofre com questões herdadas de gestões anteriores à reestruturação de 2015. Um desses problemas está perto de pintar como realidade: o pagamento de cerca de R$ 50 milhões de uma dívida com a Samsung, por conta da quebra de contrato de patrocínio para assinar com a Fiat, em 2010, durante a gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo. A situação está na Justiça, mas o clube já dá a causa como praticamente perdida.
Em entrevista coletiva recente, a presidente Leila Pereira admitiu que a questão está sendo discutida nos tribunais e que há ainda uma busca por amenizar o teor da sentença. No entanto, até ela parece conformada com a futura decisão, que vai para Brasília. Segundo a mandatária, o momento é de procurar alternativas.
- O caso Samsung está beirando os R$ 50 milhões. Perdemos em 1ª e 2ª instância, porque o contrato foi rescindido antes do tempo. Mas ainda vamos tentar reverter, ou pelo menos diminuir esse valor nos tribunais superiores. Ainda continua a briga jurídica, mas estamos tentando um acordo de parcelamento e de oferecimento de publicidade. Estamos conversando para ver como a gente pode fazer. Estamos recorrendo e vamos tentar diminuir esse prejuízo, tentando fazer um acordo... É o que nos resta - declarou a presidente.
No meio de 2010, quando era patrocinado pela empresa de eletrônicos, Belluzzo recebeu uma proposta da montadora para estampar sua marca na camisa alviverde. Dessa forma, o então presidente decidiu romper de forma unilateral o contrato, sob o argumento de que o novo patrocinador bancaria a multa junto ao anterior. Os italianos cumpriram o acordo, mas o sul-coreanos alegam que nunca receberam o valor.
Em entrevistas recentes para a ESPN e para o Uol, Belluzzo admitiu a quebra de contrato, pois os valores maiores seriam para o bem do clube, que necessitava de dinheiro naquele momento. Ele também declarou que tentou acordos com a empresa de eletrônicos, mas nada foi aceito. Dessa forma, a multinacional asiática procurou a Justiça para buscar seus direitos. Segundo apurou o Lance!, além da quebra de contrato, há cláusula que pede ressarcimento pela quebra de sigilo do negócio.
Assim como disse Leila Pereira em sua coletiva, há a intenção de sentar com a empresa sul-coreana para tentar um acordo para abater o valor da dívida. A esperança sobre reverter o processo é praticamente zero, mas o clube espera que se encontre um denominador comum tanto para as condições de pagamento (parcelamento, prazo, etc), quanto a diminuição da quantia em troca de publicidade.
- Esses problemas são fantasmas que aparecem de gestões anteriores e que estouram em gestões atuais. É isso que me dói... Num clube de futebol, o presidente tinha que ser responsabilizado pelos atos de sua gestão - cutucou a mandatária palmeirense.
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6693 visitas - Fonte: terra
BELUZZO. NA PRÁTICA.... DIFÍCIL.....LEILA TEM RAZÃO.....SE ESTA TURMA DO MUSTAFÁ...TIRONE,,BELUZZO...E MAIS UNS FDP.....ESTAVAM E ROUBANDO O PALMEIRAS......NÃO TENHO COMO CONTRA A LEILA .....ADMINISTRAR. SERIAMENTE....DOE...NUM PAÍS.....COMUNISTA SOCIALISTA. E NA LEI DE GERSON.....
E a grana da wtorre? até quando vão empurrar com a barriga?... Brasil..sil...sil...sil....