Ampliação da Participação Política de Mulheres no Estatuto do Palmeiras

11/3/2024 14:32

Ampliação da Participação Política de Mulheres no Estatuto do Palmeiras

participação política feminina no Conselho Deliberativo do Palmeiras: desafios e desigualdades a serem enfrentados.

Ampliação da Participação Política de Mulheres no Estatuto do Palmeiras

A participação política feminina no Conselho Deliberativo do Palmeiras em 2024 é tema de debate e motivo de preocupação para o grupo Ocupa Palestra. Dos 290 nomes listados, apenas dez são mulheres, o que evidencia uma representação problemática no clube.

Diante dessa situação, o grupo protocolou uma proposta de emenda do Estatuto Social do clube, visando aumentar a participação das mulheres no Verdão. A proposta consiste em estender os direitos políticos a todos os sócios e sócias maiores de 18 anos, seja titular ou dependente, desde que cumpram os demais requisitos, como os oito anos de vínculo para concorrer a um cargo no Conselho.

A proposta de emenda visa modificar os artigos 27, 29, 37 e 78 do Estatuto social do clube, além de acrescentar o artigo XX ao Ato de Disposições Transitórias. Entre as exigências do grupo Ocupa Palestra, estão a discussão em comissão específica e a apresentação ao sócio, com as justificativas da emenda, para melhor interpretação.

Para o Conselho Deliberativo, uma mudança no Estatuto Social pode ser uma forma de aumentar a representatividade feminina, já que as regras atuais dificultam a inserção das mulheres na política do clube. Atualmente, é necessário ser sócia titular e ter ao menos oito anos de vínculo para concorrer a um cargo no Conselho, o que gera desigualdade de gênero.

A presidente do Conselho, Alcyr Ramos da Silva Junior, explica que uma alteração estatutária demanda discussão, aprovação do Conselho e de uma Assembleia Geral de Sócios. Ainda não há previsão de data para votação de uma eventual mudança neste sentido.

Na primeira coletiva de 2024, a dirigente Leila Pereira destacou a necessidade do aumento da participação feminina no clube. No entanto, há uma preocupação interna com o cenário de ano eleitoral em 2024 e o entendimento de que não seria justo uma mudança de regra com a disputa em andamento.


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