A briga entre Palmeiras e Real Arenas, o braço da WTorre responsável pela gestão do Allianz Parque, teve mais um capítulo. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou uma liminar à construtora no processo em que o clube cobra R$ 160 milhões . Na última semana, a Justiça recusou recurso da Real Arenas, que pedia para não ter de apresentar garantias de que tem condições de pagar o débito cobrado pelo clube. A empresa recorreu ao STJ, que também negou a liminar. Com isso, a WTorre ainda não tem que depositar o valor, mas precisa apresentar nos próximos dias em juízo garantias para quitá-lo.
A informação foi publicada pelo Uol e confirmada pelo ge . No ano passado, a Justiça já tinha pedido a apresentação das garantias, mas a construtora conseguiu reverter a decisão. Se a Real Arenas não demonstrar judicialmente que tem condições de bancar o valor, o Palmeiras pode até pedir penhora de bens. Os R$ 160 milhões são referentes à falta de repasse alegada pelo clube em receitas da arena acumuladas desde 2015. Como os eventos continuam a acontecer enquanto a disputa não se resolve, o número reclamado pelo Verdão vai continuar a subir no processo.
A ação foi aberta em 2017, ainda na gestão do então presidente Maurício Galiotte. O Palmeiras cobra os percentuais das receitas do Allianz Parque que tem direito por contrato. Entre as fontes citadas pelo Verdão estão: locação para shows, exploração de áreas como lanchonetes e estacionamentos, além de locações de cadeiras, camarotes e naming rights. O valor que o Palmeiras tem direito aumenta ao longo dos 30 anos de parceria (veja a tabela completa abaixo) . A construtora discorda do montante e justifica que há discussões sobre valores a pagar e a receber da parceria na corte arbitral.
No balanço financeiro de 2023 do Verdão, apresentado neste mês, tem uma área em que detalha divergências financeiras com a WTorre. Na área "outros valores a receber", são lançados R$ 121,5 milhões de direitos com a Real Arenas. A explicação no documento é de "saldo corresponde aos valores a receber provenientes da Escritura Pública de Constituição de Direito Real de Superfície e Outras Avenças, assinado entre o Clube e a Real Arenas". Este valor diverge dos R$ 160 milhões, pois no balanço é lançada a soma dos repasses sem os juros e correções previstos, além de outras obrigações que o clube entende não terem sido cumpridas pela WTorre e que não estão no processo que corre na Justiça Comum.
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