Era outubro de 2020, pouco mais de um ano após Jorge Jesus, quando Abel Ferreira desembarcou no Brasil para assumir o Palmeiras. Apostou a carreira no país, levantou 10 taças com o Verdão e tornou-se assim - ao lado de Jesus - combustível para uma onda ainda presente de técnicos portugueses por aqui. Nesta segunda-feira, por exemplo, o Palmeiras de Abel enfrenta o Corinthians de António Oliveira no Allianz Parque, às 20h.
Desde que assinou com o Palmeiras, outros 13 técnicos portugueses passaram por clubes da Série A do Brasileiro, segundo dados do Espião Estatístico. Foram 18 trabalhos, porque alguns deles chegaram a comandar mais de um time nesse período. Mas só quatro ficaram. É o caso de Pedro Caixinha (Red Bull Bragantino), António Oliveira (Corinthians) e os recém-chegados Artur Jorge (Botafogo) e Petit (Cuiabá).
Um número ainda menor, de apenas dois, levantou taças durante as respectivas passagens: Renato Paiva no Bahia e Ivo Vieira no Cuiabá. Paulo Sousa, no Flamengo, e António Oliveira, no Athletico e também no Cuiabá, ainda participaram de campanhas campeãs, mas não foram os responsáveis por levantar as taças no fim.
É um movimento que tende a continuar. Se depender do próprio Palmeiras, inclusive, o desejo da presidente Leila Pereira é renovar com o comandante até 2027 caso seja reeleita no cargo ao fim deste ano. Nesta segunda-feira, dois deles se enfrentam mais uma vez: o Palmeiras de Abel Ferreira e o Corinthians de António Oliveira, às 20h, no Allianz Parque. Para escrever um novo capítulo dessa história.
Os trabalhos dos técnicos portugueses no Brasil pós-Abel:
- António Oliveira: Athletico, sem títulos. Paulo Atuori e depois Alberto Valentim fecharam a participação.
- Paulo Sousa: Flamengo, iniciou a campanha do título da Copa do Brasil e Libertadores. Foi Dorival Jr que levantou a taça.
- Vitor Pereira: Corinthians, sem títulos.
- Luis Castro: Botafogo, sem títulos.
- António Oliveira: Cuiabá, sem títulos.
- Vitor Pereira: Flamengo, sem títulos.
- Pepa: Cruzeiro, sem títulos.
- Renato Paiva: Bahia, Campeão Baiano de 2023
- Ivo Vieira: Cuaibá, Campeão Mato-Grossense de 2023
- António Oliveira: Coritiba, sem títulos.
- Pedro Caixinha: Bragantino, sem títulos.
- Bruno Lage: Botafogo, sem títulos.
- António Oliveira: Cuiabá, fez parte da campanha do título Mato-Grossense 2024, mas só até a quinta rodada. O auxiliar Luiz Fernando Iubel que comandou o restante.
- Armando Evangelista: Goiás, sem títulos.
- António Oliveira: Corinthians, sem títulos.
- Artur Jorge: Botafogo, sem títulos.
- Álvaro Pacheco: Vasco, sem títulos.
- Petit: Cuiabá, sem títulos.
*Quando o Abel chegou ao Brasil, o português Ricardo Sá Pinto já estava no comando do Vasco e foi demitido posteriormente.
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Vamos sair de Leilão de Gabigol.Time só vende as jóias só investe em veteranos qual time cresce sem reposições pontuais Muitas não realizadas com jogadores que horran a camisa do time não jogadores indiscibados meu Deus
Gabriel de Jesus mesmo
Si precisamos de contratações pontuais e e sair fora do Leilão de Gabigol
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