O Palmeiras venceu o Atlético-MG por 2 a 1, neste sábado,no Brinco de Ouro , emendou a sexta vitória seguida no Brasileiro e segue determinado na disputa pelo título. Na beira do campo, Abel Ferreira se mostrou orgulhoso - especialmente após enfrentar lesões e as eliminações na Copa do Brasil e na Libertadores.
– Posso dizer o que fiz? Convidei-os a ver Divertidamente 1 e 2. Eles conseguem ver as emoções que temos em nós e quais nos interessa ativar. Podemos jogar com nossas emoções, aqui posso chamar a atenção para deixar os jogadores em paz, ou os saudá-los, como faço hoje. Todos temos um capeta e um anjinho. Qual quer dar ouvidos? Falo aos jogadores, no jogo é igual – explicou.
– Foram eliminações pesadas, mas não teve esforço? O baque só tem que ser emocional quando não nos esforçamos. É preciso saber perder e a forma como se perde. Só cobro isso dos meus jogadores. Eles são incríveis nisso. Tenho um orgulho tremendo, porque eles não desistem.
– Às vezes vamos perder, nunca prometi títulos, só posso prometer atitude, jogar para ganhar, sempre até o fim pelo melhor resultado. Sinceramente, aqui estamos todos de acordo que meus jogadores são incríveis, independente se vamos ganhar ou não. Só cobro que eles deem o melhor que puderem – completou, fazendo referência ao período difícil com lesões entre julho e agosto.
No Brinco de Ouro, o Palmeiras abriu o placar com gol de Raphael Veiga, de pênalti, sofreu o empate em falta de Hulk e garantiu a vitória em um novo pênalti - sofrido por Dudu, voltando a ser decisivo, e cobrado por Veiga - para fazer o 2 a 1. Lances que coroam dois nomes em oscilação no Verdão.
No caso de Dudu, o atacante tem precisado buscar espaço e ritmo novamente depois de sofrer uma lesão de ruptura de ligamento do joelho e ainda quase deixar o clube, em junho, pelo Cruzeiro em uma negociação que não se concluiu por desistência do jogador.
– Ele merece, porque trabalha muito e sabe o quanto difícil é. Deixei de jogar por uma lesão destas. Se perguntar se o Dudu está pronto para jogar 90 minutos, não está. Mas se puder ajudar como foi hoje, será espetacular. Fui abraçá-lo, todos são jogadores do clube e ninguém vai apagar a história que tem. Ele jogou comigo imensamente, mas precisamos de ritmo, intensidade – explicou.
E no caso de Veiga, o meia-atacante vinha sofrendo com quedas de rendimento, chegou a perder a vaga no time para Mauricio no meio de campo e voltou na ponta direita por conta da lesão de Estêvão.
– O Veiga não estava bem, tive conversas com ele e eu se calhar insisti mais vezes do que era necessário. O jogador fora não é castigar, é entender que é preciso ficar fora para ganhar novas energias, às vezes até para ficar chateado com o treinador. Não quero que quem fique fora esteja satisfeito, porque senão é porque está acomodado e temos de trocar. A mensagem para os jogadores é que eles foram incríveis, e os torcedores extraordinários. A todos eles meu muito obrigado. O Verdão terá mais uma semana completa para trabalhar e entra em campo novamente às 16h30 do próximo sábado, dia 5 de outubro, contra o Bragantino, no estádio Nabi Abi Chedid.
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