Nesta quarta-feira, o Palmeiras e a Real Arenas (empresa do grupo WTorre), enfim, chegaram a um acordo para colocar fim às brigas judiciais por dívidas e discordâncias na gestão do Allianz Parque. Ambas as partes realizaram concessões, além de adaptações comerciais e operacionais. Segundo o comunicado divulgado pelo clube, o saldo do acordo financeiro é de R$ 117,1 milhões, dos quais R$ 50,1 milhões serão pagos à vista ao clube. Além disso, inclui a cessão de propriedades do estádio e a criação do "Novo Setor Gol Norte", que será instalado no anfiteatro e aumentará aproximadamente mil lugares a capacidade do Allianz Parque em dias de partidas. "Este é um momento especial para todos nós, palmeirenses. Após dez anos de discussões, a nossa gestão concretizou um acordo justo, benéfico a todos e fundamental para o futuro desta parceria, que tem mais 20 anos pela frente. Nosso compromisso é construir um Palmeiras cada vez mais vencedor e, para isso, queremos caminhar lado a lado com a WTorre", celebrou Leila Pereira, presidente do Palmeiras. "Ao completarmos uma década de Allianz Parque, não poderíamos ter uma conquista mais importante do que o acordo com o Palmeiras. O clube mais vencedor do país e a principal arena multiuso do continente podem, e devem, conquistar juntos novas metas, tendo um cenário de harmonia e interesses alinhados. Temos muito trabalho em conjunto com o Palmeiras nas próximas duas décadas de concessão", falou Sílvia Torre, co-fundadora e presidente do conselho da WTorre. Com o acordo, também ficou definida a setorização das cadeiras da arena, resolvendo problemas de torcedores adeptos dos programas Avanti e Passaporte e clientes do Lounge Centenário, e de detentores de cadeiras cativas. No comunicado, ainda foi informado que o "detalhamento do acordo entre Palmeiras e Real Arenas será apresentado pela atual gestão aos órgãos internos do clube". Palmeiras e WTorre tinham relação conturbada desde a inauguração do Allianz Parque, que começou em 2014. Em maio, a WTorre repassou ao clube valores referentes ao uso do estádio. O clube havia recebido apenas os repasses dos primeiros sete meses desde a inauguração do estádio, que aconteceu em 19 de novembro de 2014. A WTorre, porém, contestava o valor da dívida e entende que existem créditos e débitos de ambos os lados. Em 2023, o Palmeiras entrou na Justiça para cobrar os valores que, corrigidos, chegavam a R$ 160 milhões. Buscando colocar fim aos atritos, clube e empresa caminhavam para o acordo, selado nesta quarta-feira.
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