Em entrevista ao De Primeira, o candidato da oposição do Palmeiras, Savério Orlandi, afirmou que a presidente Leila Pereira, que concorre à reeleição, assedia conselheiros do clube com cargos e benesses. Savério Orlandi definiu como vitória a aprovação da chapa de oposição em reunião do Conselho Deliberativo na última segunda (14) — o grupo liderado por ele teve a candidatura chancelada por 85 membros, contra 168 votos favoráveis à chapa de Leila Pereira. Segundo ele, quase todos estes nomes são ligados à gestão atual. "Eu vejo o resultado da segunda como uma vitória. Em primeiro lugar, nós conseguimos reagrupar sob a minha liderança os grupos de oposição, o que não ocorria desde 2018. Existe uma dispersão desses grupos e a gente conseguiu aglutinar novamente esse número, seja ele expressivo ou não. Em segundo lugar, quando se analisa o número de 168 votos que a minha concorrente teve, nós temos que lembrar que 163 desses nomes hoje estão vinculados a cargos como diretorias ou vice-presidências ou membros do conselho de administração e fiscal. Então, desses 168 nomes, 163 são diretamente vinculados à gestão e são agraciados a todo momento, inclusive assediados também para que não façam nada diferente. Só para citar um exemplo: nos últimos dois compromissos do Palmeiras, Bragantino em Bragança e Atlético-MG no Brinco de Ouro, houve aquela sistemática de fazer uma confraternização, uma boca-livre no clube e seguir para o estádio de ônibus com ar-condicionado. É muito difícil [concorrer] nessa condição."
Savério Orlandi, candidato à presidência do Palmeiras, também criticou o personalismo de Leila à frente do Palmeiras e disse que ela tem uma "egolatria exagerada". Ele destacou que a oposição entrou nesta eleição para marcar posição em defesa da democracia interna no clube. "O que a gente pretende é marcar uma posição e convidar, conclamar as pessoas a uma reflexão importantíssima, que é a do Palmeiras após a passagem da presidente, que eu desejo, como candidato, que ocorra agora, mas que se não ocorrer agora, vai ocorrer daqui a três anos. Nós estamos falando do quê? Nós estamos falando de uma associação esportiva que está no momento da sua maior visibilidade, que é uma organização empresarial portentosa, com faturamento de R$ 1 bilhão, e que precisa voltar a respirar áreas de democracia, precisa decididamente ter transparência em todas as suas relações, precisa desenhar a sua governança para enfrentar o que virá. O momento do futebol brasileiro é muito disruptivo. Como é hoje, de uma administração absolutamente personalíssima, com um nível de egolatria exagerado, nós precisamos funcionar institucionalmente mesmo. Então, esse é o nosso desafio. Esse é o porquê de uma candidatura agora de posição." Savério Orlandi, candidato à presidência do Palmeiras
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