A Polícia Civil de São Paulo realizou, na manhã desta sexta-feira (1º), uma operação em busca de seis integrantes da Mancha Verde, principal torcida organizada do Palmeiras, que tiveram mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça do estado na última semana.
Além da sede oficial da organizada, localizada em frente ao Allianz Parque, ocorreram ações de busca e apreensão em Taboão da Serra, São Paulo, e São José dos Campos. A polícia busca localizar três veículos que foram apreendidos durante a emboscada contra a Máfia Azul, na Rodovia Fernão Dias, que resultou em uma morte e 17 feridos.
A ação é coordenada pelo Ministério Público, o Departamento de Operações Estratégicas (Dope), o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), o Grupo Especial de Reação (GER) e Antissequestro. E tem como objetivo coletar o maior número de evidências para auxiliar nas investigações.
Os seis pedidos de prisão contemplam três líderes da Mancha, além de outros três integrantes. São eles: Jorge Luiz Sampaio Santos (presidente); Felipe Mattos dos Santos (vice-presidente); Leandro Gomes dos Santos (diretor); Henrique Moreira Lelis (integrante); Aurélio Andrade de Lima (integrantes); e Neilo Ferreira e Silva (integrante).
Ao publicar este material, nenhum dos suspeitos havia sido preso e todos são considerados foragidos pelos órgãos responsáveis. Integrantes da Mancha Verde, principal torcida organizada do Palmeiras, realizaram uma emboscada contra cruzeirenses no último domingo (27).
A Federação Paulista de Futebol (FPF) acatou o pedido do Ministério Público e proibiu a Mancha Verde de frequentar estádios no estado de São Paulo. A decisão de proibir a organizada foi tomada após o Ministério Público solicitar à Justiça a prisão temporária de seis de seus membros.
Esses indivíduos estão sendo investigados por envolvimento na emboscada à Máfia Azul, a maior organizada do Cruzeiro. Durante o ataque, dois ônibus foram vandalizados: um foi incendiado e o outro, teve sua estrutura depredada.
O Estatuto do Torcedor prevê até dois anos de reclusão para o autor de atos de vandalismo, tumultos ou conflitos em estádios de futebol e outros lugares públicos. Entretanto, a punição pode ser agravada quando ocorre fora dos espaços que recebem jogos de futebol.
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