O Palmeiras está sendo processado no Tribunal de Justiça de São Paulo por mais três familiares de José Victor dos Santos Miranda, torcedor do Cruzeiro morto em emboscada na rodovia Fernão Dias, em outubro. A Mancha Alviverde é investigada como responsável pelo ataque à Máfia Azul. Todos os três novos processos são por danos morais, e as indenizações, somadas aos honorários, chegam a R$ 13,2 milhões. As ações agora são movidas pelo pai, a irmã e o filho do torcedor cruzeirense. A informação foi divulgada inicialmente em coluna do UOL e confirmada pelo ge . No fim de novembro, outros quatro familiares do torcedor - a mãe, o irmão e as duas avós - haviam ingressado com ações contra o clube, em processos que somam R$ 9 milhões. Ao todo, portanto, as ações dos sete familiares tem pedidos avaliados em cerca de R$ 22,2 milhões. Todos os processos são movidos pelo mesmo advogado, Juliano Pereira Nepomuceno. Nas argumentações, ele diz que a emboscada é fruto da falta de ações sólidas e contundentes do clube para coibir e represar o comportamento da Mancha. Dessa vez, o pai e a irmã também movem ações separadas contra o Estado de São Paulo e a Mancha, enquanto o filho tem uma segunda ação contra o Estado. O documento diz que por se tratar de uma emboscada nos limites do estado, seria de sua responsabilidade a fiscalização e segurança da rodovia. No Palmeiras , desde o início os processos geraram espanto e revolta nos bastidores, porque o clube está rompido com a Mancha, não possui qualquer relação com a organizada e há ainda uma medida protetiva da presidente Leila Pereira contra suas lideranças. No entendimento do Palmeiras , não faz sentido o clube ser responsabilizado por um crime ocorrido numa rodovia, em dia que não havia nem jogo.
Torcedores foram presos por ataque Na última semana, o ex-presidente e o ex-vice da Mancha se entregaram à polícia. Eles estavam foragidos da Justiça e são acusados de participar da emboscada. Até agora, foram 15 presos suspeitos de envolvimento - as prisões são temporárias e podem durar até 30 dias. O primeiro a se apresentar às autoridades foi o ex-vice-presidente Felipe Mattos dos Santos, o "Fezinho". Segundo as investigações, ele teve participação decisiva na execução do plano. Depois, quem compareceu ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) foi Jorge Luiz Sampaio Santos. Na época do ocorrido, ele era presidente da Mancha, cargo ao qual renunciou no dia 8 de dezembro. De acordo com os investigadores, Jorge Luiz foi responsável por idealizar, planejar e executar a emboscada.
Na emboscada, que aconteceu em 27 de outubro, um torcedor da Máfia Azul morreu e outros 17 cruzeirenses ficaram feridos. Os palmeirenses usaram pedaços de paus, pedras, barras de ferro e rojões. De acordo com a Polícia Civil, a Mancha queria se vingar da Máfia por uma briga que perdeu em 2022 em Minas Gerais. O DHPP analisou vídeos da emboscada, gravados pelos próprios palmeirenses que foram postados nas redes sociais, e identificou ao menos 18 membros da Mancha pelo ataque. Por conta do ato, a Mancha Alviverde está suspensa pela Federação Paulista de Futebol dos jogos do Palmeiras no estado de São Paulo.
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Ninguém é santo nem fum lado nem do outro e oque o clube tem com isso? Foi a lelia que fez a enboscada? Cada uma
O que o Palmeiras tem a ver com isso ? foram mortos dentro do Allianz ?
cadê os protetores da mancha verde??
Saudades do Paulo Nobre que de imediato ao assumir sua gestão cortou relações com esse pessoal .