– Será se vale a pena trazer esse time de volta para o derby não ser cancelado? As palavras de João Paulo Sampaio , coordenador da base do Palmeiras , foram uma resposta à provocação do Corinthians, após o rival anunciar o "derby cancelado" na Copinha, por conta da eliminação do Verdão. Mas o que há por trás do raciocínio do dirigente? O Palmeiras deixou a Copinha eliminado pelo Grêmio, em derrota por 3 a 2, na Arena Barueri, mas a queda está longe de preocupar o clube. Entre os motivos para isso, estão a prioridade pela formação de atletas, a promoção antecipada ao profissional e a consequente venda de jogadores, com o uso de elencos cada vez mais jovens nos campeonatos.
Não à toa, com o aumento da exposição, o Palmeiras fez mais de R$ 1,2 bilhão em atletas que poderiam ter jogado a Copinha de 2025. Entre eles, Vitor Reis, negociado ao Manchester City, Luis Guilherme, Giovani, Estêvão e Endrick. – A gente trabalha para o profissional. Você trocaria o título da Copinha do ano passado por um Estêvão? Trocaria por Vitor Reis? – questionou João Paulo, em entrevista ao ge . – É muito cruel quando a gente chega só pensando em títulos. Ano passado saímos (na terceira fase) e tinham esses dois jogadores no time. Nosso objetivo é formar jogadores, não é ganhar competição – reforçou.
Vitor Reis - 35 milhões de euros para o Manchester City
Luis Guilherme - 30 milhões de euros para o West Ham, sendo 23 milhões de euros fixo e 7 em bônus
Giovani - 12 milhões de euros para o Al-Sadd, do Catar
Estêvão - 61,5 milhões de euros para o Chelsea, sendo 45 milhões de euros fixos e 16,5 milhões de euros em metas.
Endrick - 60 milhões de euros para o Real Madrid, sendo 35 milhões de euros fixos e 25 milhões de euros em bônus. O Palmeiras fez 198 milhões de euros com esses cinco atletas. O que corresponde a cerca de R$ 1,2 bilhão na cotação atual. Não à toa, tem agora dois atletas - Endrick e Estêvão - na lista de maiores negociações de brasileiros.
Vitor Reis, por sua vez, por 35 milhões ao Manchester City, foi a maior venda de um zagueiro do futebol nacional. – Acho que o Palmeiras fez uma marca que hoje não é fácil tirar jogadores. Pela profissionalização, saúde financeira. Não é qualquer dinheiro que vai tirar nossos jogadores. Têm clubes que vendem muito abaixo do que eles valem. O Palmeiras sabe que eles só saem de uma forma que é inevitável recusar a proposta – afirmou João Paulo.
O coordenador ainda considera na conta valores do volante Patrick, envolvido na negociação por Paulinho, do Atlético-MG, e do zagueiro Fellipe Jack, que está emprestado ao Como, da Itália, com opção de compra de 2 milhões de euros e a intenção do clube em exercê-la. A lista ainda tem o zagueiro Pedro Felipe, que está emprestado à Juventus, da Itália, e o quinteto promovido ao profissional nesta temporada, no caso de Thalys, Figueiredo, Allan, Benedetti e Luighi. Uma movimentação que, ainda que pareça esvaziar os times de base, é vista com naturalidade no clube. – A base se remonta todo ano. A cada seis, cinco meses, a gente perde metade do time. Estamos acostumados com isso. A gente estava preparando os jogadores para estarem em melhor condição na pré-temporada do profissional. Não à toa, já estreou Thalys, Benedetti, Luighi – explicou João Paulo.
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