Neste domingo, em confronto válido pela 12ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista, o Palmeiras visitou o Mirassol no Maião, venceu por 3 a 2 e se classificou para as quartas de final. Na entrevista pós-jogo, o técnico Abel Ferreira justificou o rodízio que tem feito na equipe e criticou o regulamento da competição. "Decidimos dividir o grupo neste campeonato. Mesmo assim, não deu para evitar lesões, cinco lesionados, mais uma agora (Piquerez). Hoje jogou uma dupla de zagueiros (Benedetti e Naves) que estavam mais preparados por causa dos três que já tinham jogado antes. Pegaram o Benedetti, que ainda tem idade de equipe B, e ele teve que jogar um jogo decisivo", declarou. No momento, o elenco alviverde possui seis atletas lesionados em seu elenco, são eles: o zagueiro Gustavo Gómez (coxa esquerda), o lateral esquerdo Piquerez (coxa direita), o meia Mauricio (cirurgia no ombro direito) e os atacantes Felipe Anderson (transição física), Bruno Rodrigues (cirurgia no joelho esquerdo) e Paulinho (cirurgia na perna direita). "É muito injusto para a Ponte Preta. Deixo aqui uma reflexão para a Federação Paulista de Futebol, que deve pensar seriamente no método de classificação. Não é justo uma equipe com 22 pontos, quarta melhor campanha geral, ficar de fora. Há coisas aqui que estão muito mal. Nós podíamos ficar de fora com 23, e seria injusto da mesma forma. Esta é uma competição que deve ser repensada. Quando acabar o Paulista, a FPF vai ter quase um ano inteiro para pensar", continuou o técnico.
Com o triunfo, o Alviverde chegou aos 23 pontos, assumiu a segunda colocação do Grupo D, agora atrás do líder São Bernardo apenas por critérios de desempate, e carimbou seu passaporte ao mata-mata do Estadual. Para se classificar, a equipe comandada por Abel também precisou contar com o tropeço da Ponte Preta, que perdeu para o RB Bragantino, permaneceu com 22 somados e caiu para a terceira posição da chave. "Se não tivéssemos passado, eu ia dizer exatamente a mesma coisa. Nós não temos obrigação nenhuma. A única obrigação que o Palmeiras tem é fazer o melhor que pode com os recursos que tem. Foi isso que nós fizemos, em um campo difícil, contra uma equipe da primeira divisão. A desilusão e a tristeza que devem estar o treinador e os jogadores da Ponte Preta, que fizeram uma campanha brilhante e vão ficar de fora injustamente, por tudo aquilo que fizeram no campeonato", concluiu. O Palmeiras volta aos gramados no próximo sábado, quando visita o São Bernardo, no Estádio 1º de Maio pelas quartas de final do Paulistão. O duelo ainda não possui horário definido.
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Regulamento é RIDICULO. Pensado para facilitar zebras.Pessimo.