Palmeiras enfrenta desafio da grama natural em confronto decisivo contra São Bernardo

1/3/2025 05:36

Palmeiras enfrenta desafio da grama natural em confronto decisivo contra São Bernardo

Palmeiras enfrenta desafio da grama natural em confronto decisivo contra São Bernardo

A vantagem do São Bernardo em jogar as quartas de final do Campeonato Paulista contra o Palmeiras no Estádio Primeiro de Maio foi comemorada por Ricardo Catalá. A vibração do treinador do Bernô não é apenas por jogar ao lado da sua torcida, mas por fugir do gramado sintético do Allianz Parque. Dono da melhor campanha do Grupo D, o São Bernardo teve os mesmos 23 pontos do Palmeiras, mas ficou na frente pelo número de vitórias (7 a 6). A liderança deu ao clube o direito de fazer o jogo único das quartas de final, que acontece neste sábado (1º), em São Bernardo do Campo.

Com isso, o São Bernardo fugiu da grama sintética do Allianz Parque, que foi responsável pelo início da polêmica envolvendo o tipo de solo dos estádios brasileiros. Há menos de duas semanas, sob a liderança de Neymar e Lucas, inúmeros jogadores se manifestaram publicamente contra o uso do gramado artificial no país. Em entrevista exclusiva à ESPN, Ricardo Catalá acredita que o São Bernardo teria ainda mais dificuldades contra o Palmeiras se a partida fosse no Allianz Parque justamente porque o time não está acostumado a jogar na grama sintética.

Um exemplo foi o que aconteceu no Pacaembu, onde o Bernô enfrentou a Portuguesa na primeira fase do Paulistão. "Não vejo vantagem ou desvantagem para o Palmeiras, até porque ele fez de 30 a 40 partidas em grama natural durante a temporada, então está bem adaptado a esse tipo de gramado. Acho que para nós seria uma desvantagem jogar lá (Allianz) porque nós fazemos de duas a três partidas em gramado sintético por ano. É sempre mais difícil você se adaptar a algo que tem menos contato", afirmou Catalá.

"Esse ano fizemos uma partida nesse tipo de piso, que foi no Pacaembu, contra a Portuguesa, e foi muito difícil. A velocidade da bola, os jogadores escorregaram muito, a forma de bater na bola muda. Acho que a gente teria uma dificuldade de adaptação", continuou. "A minha preferência é sempre jogar em gramado natural, porque acho mais agradável. Mas se um dia eu tiver que escolher entre um gramado natural ruim e um gramado sintético bom, eu iria preferir jogar em um sintético bom", completou o treinador.

Mesmo não sendo no gramado sintético do Allianz Parque, Catalá acredita em um leve favoritismo para o Palmeiras. Para desbancar o time que conquistou as últimas três edições do Paulistão, o treinador cobra um jogo perfeito do São Bernardo. "Tem vários pontos de vista para a mesma situação. Se observar nível de investimento, qualidade dos jogadores do Palmeiras, qualidade da comissão técnica, a continuidade do trabalho, o Palmeiras está acostumado a decidir jogos grandes... Tudo isso se soma e coloca o Palmeiras na condição de favorito, junto com os outros grandes do estado. Agora, se você olhar que nós fizemos uma campanha muito consistente, que nossa equipe ano após ano vem fazendo bons campeonatos, adquirimos o direito de sonhar de passar de fase, esse favoritismo já muda de percentual e se aproxima dos 50% a 50%", analisou o Catalá.

Todo jogo tem sua história. Acho que precisamos fazer o jogo perfeito dentro das nossas possibilidades e trabalhar para que não seja o dia perfeito do Palmeiras, aí vamos ter uma chance de avançar. É isso que precisamos nos apegar", finalizou. São Bernardo e Palmeiras disputam a primeira vaga na semifinal do Paulistão neste sábado (1º), a partir das 18h30 (de Brasília).


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Bem! o PALMEIRAS tem que esquecer gramado sintético ou não, tem que jogar futebol com garra e eficiência, é que o torcedor espera!

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