A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) solicitou a punição dos torcedores e a exclusão do Cerro Porteño, do Paraguai, da Libertadores sub-20, após caso de racismo contra o atacante Luighi, do Palmeiras, por meio de uma denúncia enviada à Conmebol. O documento de 29 páginas cobra tolerância zero contra atos discriminatórios e exige severa punição esportiva aos torcedores e ao clube paraguaio. Na denúncia, a entidade alega que o protocolo global da Fifa contra racismo não foi cumprido pela arbitragem. A CBF ainda encaminhou cópia dos documentos para os presidentes da Fifa, Gianni Infantino, e da Conmebol, Alejandro Domínguez.
Mais cedo, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, concedeu uma entrevista coletiva para tratar sobre o caso e revelou que o clube já estava trabalhando para pedir a exclusão do time paraguaio da competição. A mandatária contou também que teve longa conversa com Ednaldo Rodrigues, que colocou o corpo jurídico da CBF à disposição. Leila ainda alertou sobre o fato de o protocolo da Fifa contra ataques racistas durante um jogo, o que também foi alegado pela CBF na denúncia. Nesses casos, a arbitragem deve paralisar a partida e identificar os responsáveis para que sejam punidos. Luighi tentou alertar o árbitro, mas nada foi feito no momento.
"O que a gente espera da Conmebol é rigor. Basta de racismo e de multas que não levam a nada. Queremos punições esportivas", declarou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Veja mais: Leila diz que Palmeiras pedirá exclusão do Cerro Porteño após racismo e cobra presidente da Conmebol Na noite de quinta-feira, Luighi e Figueiredo foram alvos de ofensas racistas por parte de torcedores do clube paraguaio durante a vitória do Verdão por 3 a 0 sobre o Cerro Porteño, pela Libertadores sub-20, no Estádio Gunther Vogel. Torcedores do time paraguaio imitaram um macaco e deram cusparada em direção a Luighi, que deixou o campo chorando e desabafou em entrevista depois da partida.
O futebol deve ser espaço de igualdade e respeito. Por isso, a punição do Cerro Porteño e dos envolvidos não é apenas uma necessidade jurídica, mas uma obrigação moral e institucional, para que o combate ao racismo deixe de ser um discurso vazio e passe a ser uma realidade concreta", escreveram os diretores da CBF no documento. Na denúncia, a CBF citou o histórico de impunidade em relação a atos racistas no futebol sul-americano e que as sanções aplicadas são "na maioria das vezes, insignificantes para coibir novas ocorrências". O mesmo discurso foi enfatizado pela presidente do Verdão, que prometeu ir até as últimas consequências para punir os responsáveis.
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Sou palmeirense.... Mais onde do time. Poderia ser até dos gamba o jogador, não interessa.... Não pode deixar isso cair por terra, a CBF e os clubes brasileiros que mostrem a essa gente que isso passou da hora de acabar. Vái pra cima deles verdão.... E ao garoto! FORÇAS. Vc é um garoto de ouro. Os que ti hostilizaram são uns pobre coitados.