Palmeiras articula união de clubes brasileiros contra o racismo no futebol

8/3/2025 06:43

Palmeiras articula união de clubes brasileiros contra o racismo no futebol

Palmeiras articula união de clubes brasileiros contra o racismo no futebol

O Palmeiras mostrou-se indignado com a falta de atitude da polícia local do Paraguai e da Conmebol, até o momento, em relação ao caso de racismo sofrido pelo atacante Luighi, em jogo contra o Cerro Porteño, pela fase de grupos da Libertadores sub-20, no Paraguai. Como revelado pela presidente Leila Pereira, em entrevista concedida na sexta-feira , o clube trabalha nos bastidores pela união dos clubes brasileiros para determinar regras e punições para casos de racismos, dos quais são frequentemente vítimas. "Isso que começamos a trabalhar hoje em decorrência do que ocorreu ontem, conversamos com os clubes e alinharmos esse posicionamento. Determinadas regras que se não forem cumpridas, os clubes se retirariam da competição. As medidas precisam ser duras e drásticas, não só por parte do Palmeiras. Todos os clubes sofrem com isso e todos se sentem extremamente incomodados e impotentes individualmente, disse. O combate ao racismo exige medidas drásticas!

Seguiu. A presidente do Palmeiras descartou a retirada do Verdão da Libertadores sub-20 após as ofensas racistas contra Figueiredo e Luighi. Os atletas foram alvos de ofensas racistas por parte de torcedores do clube paraguaio durante a vitória do Verdão por 3 a 0 sobre o Cerro Porteño, no Estádio Gunther Vogel. Torcedores do time paraguaio imitaram um macaco e deram cusparada em direção a Luighi, que deixou o campo chorando e desabafou em entrevista depois da partida.

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Após a repercussão do caso, a Conmebol chegou a se manifestar, mas apenas com uma nota dizendo que incluiria medidas disciplinares e que estava estudando outras ações. Leila, representando o Palmeiras, e a CBF querem a exclusão do Cerro Porteño da competição. A presidente citou os reiterados ataques por parte de torcedores da equipe paraguaia ao Verdão e a falta de punição do clube e da entidade que organiza o torneio continental.

Em 2022, torcedores do Verdão sofreram ataques racistas em um jogo do time principal e, no ano seguinte, Bruno Tabata, que então defendia o clube alviverde, foi punido pela Conmebol após responder aos atos criminosos vindo de torcedores. O clube, na ocasião, não conseguiu reverter a pena.


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