Em entrevista coletiva nesta terça-feira (11), o presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol), Reinaldo Carneiro Bastos , disse que ficou "entristecido" com o lance do polêmico pênalti marcado sobre o atacante Vitor Roque na última segunda-feira (10), na vitória por 1 a 0 do Palmeiras sobre o São Paulo, pela semifinal do Paulistão . Na visão do dirigente, a penalidade era interpretativa, e tanto o árbitro de campo quanto o VAR concordaram que ela deveria ser anotada. De acordo com Carneiro Bastos, o lance foi extremamente difícil e invariavelmente resultaria em protestos de um dos lados. "A arbitragem até aquele lance polêmico e discutido da penalidade foi absolutamente normal, houve pouca contestação de atletas e treinadores. É um lance que rezo todo santo dia para não acontecer, porque vocês, que são do futebol, sabem que se ele não tivesse dado o pênalti, hoje quem estaria reclamando era o Palmeiras", afirmou. "O toque (de Arboleda em Vitor Roque) existe. A gente garantir que aquele toque foi suficiente para desequilibrar o atacante é uma interpretação, que dois (árbitros) Fifa, um no campo e um na cabine, entenderam que foi suficiente", argumentou. "Mas é algo que me entristece, porque eu entendo a mágoa... Eu entendo a insatisfação do torcedor são-paulino, da diretoria são-paulina. Eu entendo... Porque é um lance extremamente no limite. Para onde você decidir, alguém vai ficar em desagrado", ressaltou. "É algo que eu sempre peço para não acontecer, porque a arbitragem tem que passar desapercebida. E estava assim durante o jogo! Aí acontece um lance... O Rafael foi sair jogando, não saiu jogando bem, e aconteceu (o pênalti)... Olha só quantos atores estão nessa dificuldade que estão falando hoje da arbitragem do jogo. Se o Rafael chuta para frente, não acontece nada...", comentou.
Na entrevista, o presidente também pediu para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) ter "bom senso" e remarcar as partidas de estreia de Palmeiras e Corinthians no Campeonato Brasileiro para um dia depois, permitindo que as equipes tenham maior descanso após a finalíssima do Estadual. O 2º jogo da decisão, que acontecerá na Neo Química Arena, ocorrerá no dia 27, uma quinta-feira. Já pelo Brasileirão, ambos têm compromissos já no sábado seguinte, dia 29, o que não permitirá nem 72 horas de descanso. "Não tem pressão na CBF, tem diálogo com a CBF. Isso é o razoável. Os dois clubes têm seis jogadores cada convocados na Data Fifa. Vão precisar repatriar, trazer de volta e dar descanso para que eles façam uma final da importância é que Corinthians x Palmeiras, Palmeiras x Corinthians", explicou. "Não é pressão, é a realidade: a final precisa ser dia 27. Depende do bom sendo da CBF mudar os jogos. De aval, não (precisa). O aval os clubes podem optar por jogar em um espaço menor de tempo para a estreia do Brasileiro. Não é o caminho ideal, não é o que a gente quer, mas isso pode acontecer", finalizou.
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