O Palmeiras divulgou, nesta terça-feira, o relatório das demonstrações financeiras do clube no ano de 2024. O balanço, auditado, confirmou os valores apresentados ao COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), em fevereiro deste ano. A maior fonte de renda do clube, na última temporada, foi proveniente da venda de jogadores, que totalizou R$ 440,3 milhões. Em 2024, essa receita teve um aumento de 135% em relação a 2023, basicamente em decorrência do reconhecimento das vendas dos atletas Endrick (Real Madrid) e Luis Guilherme (West Ham). Por Endrick, o Verdão recebeu mais R$ 172,7 milhões. O clube ainda deve receber mais dinheiro do time espanhol conforme o atacante vá batendo metas estipuladas no contrato. Enquanto Luis Guilherme rendeu R$ 105,5 milhões aos cofres alviverdes. Estêvão foi vendido ao Chelsea em junho de 2024. Neste ano, o clube recebeu apenas R$ 25, 6 milhões pela negociação, dos cerca de R$ 358 milhões, valor pelo qual foi negociado com o time inglês. O restante da receita será reconhecida após a transferência definitiva do atleta, que se junta ao novo clube em julho de 2025, após a disputa do Mundial de Clubes. De 22 vendas, 17 são jogadores oriundos da base do Palmeiras, sendo que dez deles estavam atuando na categoria "futebol profissional" e outros oito registrados como "futebol amador". Os cinco atletas que não são formados no clube são os zagueiros Antônio Carlos (R$ 410 mil) e Luan (R$ 12,5 milhões), o meio-campista Matheus Fernandes (R$ 669 mil) e os atacantes Merentiel (R$ 6,7 milhões) e Navarro (R$ 10 milhões).
O Palmeiras fechou o ano de 2024 com uma receita total de R$ 1,207 bilhão e um superávit contábil de R$ 198,1 milhões. Demonstrativo detalha compras de Paulinho e Facundo Torres No demonstrativo, o clube revelou que desembolsou R$ 162,1 para adquirir Paulinho, do Atlético-MG, e mais R$ 89,9 para comprar Facundo Torres, do Orlando City. Esses foram os dois reforços contratados ainda em 2024. Os outros cinco (Emiliano Martínez, Bruno Fuchs, Micael, Lucas Evangelista e Vitor Roque) chegaram a partir de janeiro de 2025.
Acordo entre Palmeiras e Real Arenas O documento também detalha o que o Verdão ainda tem a receber da Real Arenas, empresa da WTorre, responsável pela gestão do Allianz Parque. A Real Arenas terminou o ano devendo R$ 6,9 milhões ao clube, enquanto em 2023 essa dívida era de R$ 121,5 milhões. A redução do saldo a receber em 2024 foi ocasionada pela realização do acordo entre Palmeiras e empresa, em outubro de 2024, resultando no recebimento de parte deste valor em caixa e parte para pagamento de novos espaços explorados da Real Arenas.
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