Reproduzidas por torcedores do Palmeiras no clássico de sábado passado contra o Corinthians, na Arena Barueri, pela terceira rodada do Brasileirão, as ofensas homofóbicas direcionadas a Ángel Romero entraram nesta terça-feira na súmula oficial da partida. Em adendo divulgado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o árbitro Rafael Rodrigo Klein registrou o relato dos gritos preconceituosos ocorridos antes de a bola rolar no clássico, que terminou com vitória palmeirense por 2 a 0.
Informo que tivemos conhecimento, no dia após a partida, por meio da imprensa, um fato ocorrido durante o aquecimento das equipes, no qual a torcida do Palmeiras entoou cantos homofóbicos em direção ao atleta Ángel Rodrigo Romero Villamayor, da equipe do Corinthians – escreveu o árbitro. Ressalto que este fato ocorreu no momento em que a equipe de arbitragem se encontrava no vestiário do estádio, sendo que não foi nos informado, nem antes, durante e após a partida, seja pelo atleta ou pela equipe visitante – acrescentou.
Os gritos homofóbicos contra Romero ocorreram durante o aquecimento das equipes para o Dérbi. O atacante do Corinthians ouviu e respondeu com uma provocação, simulando o levantamento de um troféu, em alusão ao título do Corinthians sobre o Palmeiras, no Paulistão deste ano. Em zona mista depois da partida, Romero reclamou e alfinetou até Leila Pereira, presidente do Palmeiras.
Essa pergunta deveria ser para a presidente do Palmeiras, saber se ela está preocupada com isso. Está à vista tudo que aconteceu hoje. Não vai acontecer nada, porque a gente sabe da torcida de quem vem, mas se fosse na arena a gente sabe o que iria acontecer – disse Romero. É sempre a mesma coisa, só que eu não fico falando todo dia disso. Só falei aquela vez naquela entrevista para a rádio do Paraguai que sou contra o racismo, a xenofobia, preconceitos. Eu convivo com isso todo dia – lamentou.
Ainda no fim de semana, o Palmeiras, ao ser questionado, emitiu uma nota oficial repudiando o ato dos torcedores que usaram uma ofensa homofóbica para provocar o atacante corintiano. O Palmeiras repudia toda e qualquer forma de preconceito e, como é de conhecimento público, segue comprometido com o combate à discriminação. O clube promove constantes campanhas de conscientização sobre o tema, vem cobrando das autoridades punições mais severas e toma todas as providências que lhe cabem, de modo a coibir práticas inaceitáveis como homofobia, racismo e xenofobia, entre outras – posicionou-se o clube alviverde.
Ofensas homofóbicas renderam, em 2023, uma punição ao próprio Corinthians. O Timão jogou contra o Vasco sem público na Neo Química Arena, pelo Brasileirão daquele ano, por gritos preconceituosos de torcedores no duelo contra o São Paulo.
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