Abel Ferreira evitou elogios ao comentar a sequência de 18 jogos invictos do Palmeiras como visitante, ampliada com a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, neste domingo, pela sétima rodada do Brasileirão. No período, o time soma 15 vitórias – sendo sete seguidas – e três empates. + Pênalti polêmico, VAR e jejum: o caminho de Vitor Roque até o primeiro gol pelo Palmeiras Durante a coletiva, Abel afirmou, em tom descontraído, que não “gosta de dar moral” ao elenco para manter os jogadores focados nos objetivos. – Não gosto de dar muita moral a nossa equipe. Em casa é igual. Se calhar poderia elogiar mais, mas eu sei que as vezes os elogios massageiam o ego. Depois deixamos de estudar, porque tirei uma excelente nota no último teste, até meu pai disse "és muito boa, espetacular, vamos celebrar". Mas na próxima semana tem outro exame. O que posso dizer é que gosto muito de ver nossa equipe competitiva – explicou. Ao mesmo tempo que luta para mater o foco da equipe, Abel precisa gerenciar alguns dos principais nomes do elenco, como Raphael Veiga e Maurício, no banco de reservas. – Gosto de ver meus jogadores a celebrar e sobretudo aqueles… é difícil pra mim deixar Veiga, Maurício, Murilo, fora. Mas você vê, o Allan entra, a dinâmica que este miúdo nos dá a equipe, uma máquina. E nós temos que tentar ser o mais coerente possível – completou. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, durante partida no Allianz Parque Foto: Fabio Giannelli/AGIF)
– Ainda está muito no início. Nem olho muito para a classificação, queremos somar pontos, hoje somamos mais três. Eu gostaria mesmo de quando chegar em dezembro estar em primeiro, aí eu ia ficar contente, agora pouco importa. É importante chegar nos últimos dez metros, que são os últimos dez jogos, estar ali na disputa. Se conseguirmos fazer isso, vamos brigar até o fim. – Esse estádio é belíssimo, mas é uma pista cheia de buracos. É difícil o carro aqui alocar nas curvas, atingir a velocidade máxima, difícil. Com uma pista dessas a corrida não vai ser muito dinâmica, fluida, com velocidade. – Se eu faço o que boa parte da torcida manda, temos que toda semana mandar 20 jogadores embora e às vezes o treinador também e buscar outros jogadores.
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