NOVA JERSEY (EUA) - Regida por Abel Ferreira, a torcida que canta e vibra reafirmou ao mundo a força do Palmeiras na estreia da equipe no Mundial de Clubes da Fifa, diante do Porto. Apesar de algumas áreas vazias no MetLife Stadium, o apoio foi incondicional. O campeão dos campeões, como os alviverdes gostam de cantar, foi devidamente anunciado aos portugueses — em campo e nas arquibancadas. + Palmeiras empata com o Porto e perde a chance de liderar grupo no Mundial de Clubes Como toda invasão bem coordenada, os palmeirenses tiveram Abel como líder, isso muito mesmo antes de entrar em campo. Desde que desembarcou nos Estados Unidos, o treinador ressaltou a importância da torcida para o sucesso do clube na competição. Em diversas oportunidades, estreitou o laço com os presentes no exterior, seja com conversas, fotos ou até presentes recebidos, como o pingente com os dizeres: "cabeça fria, coração quente".
Termômetro da equipe, o português alternou momentos de serenidade, quando o time analisava o adversário, com picos de intensidade nas fases de maior pressão em busca do gol. Variou da calmaria à irritação que gerou um cartão amarelo. Bastava observar suas reações à beira do campo para captar a temperatura emocional do Palmeiras. A sintonia entre treinador e elenco, construída ao longo de mais de cinco anos de trabalho conjunto, reforça a harmonia de um grupo responsável pela era mais vitoriosa da história do clube.
Abel Ferreira, líder da festa do Palmeiras na estreia do Mundial (Photo by FRANCK FIFE / AFP) No momento de maior pressão sobre a equipe em campo, quando o Porto explorava os espaços entre as linhas de meio-campo e defesa, coube ao treinador alterar o ritmo da partida. E não há recurso mais eficaz para isso do que a troca de peças, capaz de transformar o jogo a partir de uma nova perspectiva e orientar o time com comandos renovados.
A resposta da torcida foi imediata. Motivada pelas entradas de Raphael Veiga e Paulinho — dois jogadores que contam com grande carinho da torcida alviverde —, a arquibancada se inflamou. O som no estádio ganhou intensidade, o Palmeiras cresceu em campo, e o Porto passou a se comportar como o time inferior, evidenciando o peso do clube brasileiro diante do rival europeu. Entre os domínios em disputa no confronto, o mais desigual foi o das arquibancadas. Os torcedores alviverdes transformaram os portistas em uma equipe de bairro. O gol, é verdade, não saiu. Mas o papel que os palmeirenses se propuseram a cumprir antes mesmo do apito inicial foi executado com perfeição: clima de Allianz Parque, dentro e fora do estádio. O placar e o futebol apresentado em campo não corresponderam ao resultado conquistado pelo Palmeiras . Mas o apoio incondicional, algo que a comissão técnica não poderá treinar nas dependências da Univerisidade da Carolina do Norte, em Greensboro, será fundamental como combustível para a sequência da competição, que dará ao Verdão, ao menos, mais dois jogos no principal palco do futebol mundial.
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