Veja a entrevista coletiva de Abel Ferreira, do Palmeiras, antes do jogo contra o Al Ahly Viabilizar uma Copa do Mundo de Clubes em formato inédito, com 32 equipes, cinco continentes e diferentes níveis de qualidade técnica provoca debates inevitáveis no futebol. Entre eles, no Brasil, o constante comparativo entre times sul-americanos e europeus. Um que entrou em pauta durante a entrevista de Abel Ferreira nesta quarta-feira. – Tenho muito orgulho de estar no Brasil, tive muitas possibilidades de sair e não saí – iniciou o treinador do Palmeiras . Responsável por comandar um intenso Alviverde no empate sem gols com o Porto, no último domingo, e prestes a enfrentar o Al Ahly, às 13h de quinta-feira, o técnico português defende o futebol brasileiro e diz que a diferença está na percepção sobre o próprio trabalho, desde que haja condições adequadas para desempenhá-lo. – Há espaço para melhorar, mas mais do que nunca acredito que o futebol brasileiro precisa de pequenos detalhes só. O Porto tem 50 jogos e temos mais de 30. São desculpas – continua. A referência ao número de jogos citada pelo treinador acontece porque uma das justificativas constantemente propagadas, para a diferença de intensidade entre Palmeiras e Porto no último jogo, por exemplo, é que os clubes europeus estão em fim de temporada. O volume de partidas no Brasil, porém, mesmo no meio das competições é semelhante ao total disputado na Europa. – Acredito que há cada vez mais treinadores qualificados, equipes qualificadas, com possibilidade de buscar jogadores com mais recursos técnicos, mais eficientes, que não conheço jogador 100% eficiente – Mas no Brasil é bom entender que a diferença está no nosso pensamento, no que acredito. Se acreditar que sou inferior aos outros, vou ser mesmo. Se acredito que com trabalho posso organizar, não tem nada a ver com a nacionalidade – defende. Abel cobra melhora nas finalizações do Palmeiras – Quando nós damos condições de trabalho, para que o treinador descanse, o jogo fica competitivo e dinâmico. E a visão que tinha do futebol brasileiro vai por água abaixo, a diferença é mínima, é competir. Vamos competir, e temos tempo para nos preparar cada vez mais. – Hoje não há jogos fáceis, no último campeonato do mundo de seleções, viram o Marrocos? Alguém diria que a Itália seria eliminada pela Macedônia? O futebol mudou muito nos últimos 10, 15 anos. Palmeiras treina em campo com grama mais seca para o jogo contra o Al Ahly
Abel cobra melhora nas finalizações do Palmeiras
Palmeiras treina em campo com grama mais seca para o jogo contra o Al Ahly
– Mas no Brasil é bom entender que a diferença está no nosso pensamento, no que acredito. Se acreditar que sou inferior aos outros, vou ser mesmo. Se acredito que com trabalho posso organizar, não tem nada a ver com a nacionalidade – defende.
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