A Polícia Civil de São Paulo identificou os quatro indivíduos responsáveis pelas pichações nos muros da sede do Palmeiras, após a significativa derrota para o Novorizontino por 4 a 0, ocorrida na última terça-feira. O vandalismo, que teve lugar poucas horas após a partida, levou o clube a registrar um Boletim de Ocorrência com o intuito de apurar os fatos envolvendo o ato de vandalismo.
Os envolvidos foram identificados como Paulo Sérgio Goes de Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho. O Palmeiras anunciou que adotar medidas legais contra os autores, com base na legislação que proíbe a profanação de edificações e monumentos urbanos. A presidente Leila Pereira também irá prosseguir com ações judiciais individuais, especialmente em resposta a mensagens de calúnia e difamação direcionadas a ela.
As pichações, além de ofensas diretas à presidente, também criticavam o desempenho e a gestão do time, refletindo a insatisfação de parte da torcida. Mensagens que questionavam o trabalho da comissão técnica e a performance do elenco surgiram nas paredes do clube, ilustrando a pressão sobre a organização em um momento crítico da temporada.
Este episódio de vandalismo ocorre em um contexto desportivo particularmente negativo para o Palmeiras, já que a goleada sofrida representa a maior margens de derrota em aproximadamente 11 anos. A última vez que a equipe enfrentou uma derrota semelhante foi em 2015, quando perdeu por 5 a 1 para a Chapecoense, evidenciando a gravidade da situação atual e os desafios enfrentados pela equipe.
Diante desse cenário, o clube reafirmou sua posição contra atos de vandalismo e comprometeu-se a colaborar com as autoridades para garantir a responsabilização dos envolvidos. A repercussão desse acontecimento é um indicativo do estado emocional da torcida e da crítica pressão sobre a gestão do elenco, que já deve estar se preparando para reverter essa fase negativa.
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