A sede da Sociedade Esportiva Palmeiras foi alvo de protestos após a significativa derrota de 4 a 0 para o Grêmio Novorizontino, marcada como a maior do time no comando do técnico Abel Ferreira. O resultado impactou não apenas a moral da equipe, mas também sua posição no Campeonato Paulista, onde atualmente ocupa o terceiro lugar com nove pontos.
Na manhã seguinte à derrota, os muros do clube foram pichados com críticas que englobavam questões sobre planejamento e desempenho. Frases como “Cadê o planejamento?” e “Abel, acabou a magia?” refletiam o descontentamento da torcida, evidenciando um mal-estar em relação à organização tática e ao rendimento coletivo durante a partida.
Com este resultado, o Palmeiras viu sua invencibilidade ser quebrada pela primeira vez em mais de uma década com uma derrota desse tipo, aumentando a pressão sobre a comissão técnica e a gestão do elenco. O último revés com um placar similar ocorreu em 2015, quando o time foi derrotado por 5 a 1 para a Chapecoense.
O clube comunicou que registrou um Boletim de Ocorrência junto à Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva, visando identificar e responsabilizar os responsáveis pela vandalização. A diretoria enfatizou a colaboração com as autoridades para a punição dos infratores, reafirmando um compromisso com a preservação da imagem institucional.
Em relação ao próximo confronto, o Palmeiras se prepara para enfrentar o São Paulo no sábado, um jogo que promete ser decisivo para a recuperação de seus atletas e do moral da torcida. Além disso, a equipe busca reverter a má fase, necessitando de uma transição mais eficiente para retomar a intensidade e a qualidade do jogo que caracterizavam suas atuações anteriores.
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