Na madrugada de quarta-feira, após a derrota do Palmeiras por 4 a 0 para o Novorizontino no Campeonato Paulista, a equipe de segurança do Allianz Parque registrou atos de vandalismo no muro do estádio. Câmeras de segurança flagraram quatro indivíduos encapuzados e sem camisetas de clubes se dirigindo ao local, onde iniciaram pichações enquanto um deles filmava a ação.
A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar à cena, os vândalos tentaram escapar em direção à rua Caraíbas. Três deles conseguiram retornar à área da Palestra Itália, mas foram posteriormente identificados e detidos pela polícia. A administração do Palmeiras busca a colaboração da Polícia Civil para garantir que esses indivíduos sejam responsabilizados legalmente por suas ações.
As pichações, que criticavam o desempenho do elenco, do técnico Abel Ferreira e da presidente Leila Pereira, foram removidas e os muros do estádio já foram repintados. A mensagem pichada que chamava a atenção contava com um erro de grafia, levantando questões sobre a intenção e seriedade dos autores.
Esse incidente ocorre em um momento de pressão para o clube, uma vez que a derrota pelo placar expressivo de quatro gols não acontecia há quase uma década. A última vez que o Palmeiras enfrentou uma goleada desse tipo foi em 2015, quando perdeu para a Chapecoense por 5 a 1.
A continuidade dos resultados insatisfatórios poderia agravar a insatisfação da torcida e impactar negativamente na gestão da equipe técnica. Assim, a pressão sobre Abel Ferreira se intensifica, refletindo um cenário de incertezas em relação ao desempenho coletivo e ao futuro imediato do elenco.
Com as pichações apagadas e a identificação dos autores em andamento, o Palmeiras agora se concentra em recuperar o moral da equipe e buscar uma reação nas próximas rodadas do campeonato. A resposta do time em campo será crucial para dissipar a tensão e retomar a confiança dos torcedores.
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