A diretoria do Palmeiras está em fase avançada de negociação para firmar um novo patrocínio, substituindo a antiga parceira Fictor. Após uma interrupção de 40 dias desde a rescisão contratual, as conversas com a Leapmotor, fabricante chinesa de veículos elétricos, progridem de maneira otimista nos bastidores da Academia de Futebol.
Embora ainda não haja contratos assinados, a expectativa é que o acordo se torne o segundo maior patrocínio do clube, contribuindo para a recuperação financeira após a saída da Fictor. A antiga patrocinadora, que estava vinculada ao time masculino e feminino, além das divisões de base, rescindiu o contrato em razão de dificuldades financeiras.
A mudança na gestão do departamento de marketing, agora sob a liderança de Matheus Guaraldo, é crucial para a busca de novos investidores e reestruturação das ações comerciais do Palmeiras. O clube não apenas busca um novo parceiro para cobrir a lacuna deixada pela Fictor, mas também visa potencializar o valor da marca palmeirense no contexto esportivo nacional.
Além do espaço já em negociação com a Leapmotor, o Palmeiras ainda conta com áreas disponíveis no uniforme, como a barra traseira da camisa e um espaço entre o escudo e a marca fornecedora, a Puma. Apesar das propostas recebidas até o momento, nenhuma atingiu os valores projetados pela gestão, que pretende obter uma quantia fixa anual superior a R$ 25 milhões.
No cenário atual, a Sportingbet é responsável pelo maior aporte financeiro, podendo injetar até R$ 173 milhões por temporada, dependendo do cumprimento de metas. O valor fixo que a empresa paga anualmente é de R$ 100 milhões, consolidando a liderança no ranking de patrocínios do clube.
O panorama de patrocínios do Palmeiras para 2026 demonstra a evolução e agregação de valores ao uniforme. A Puma e outros parceiros como Cimed, Sil Fios, Uniasselvi e D'Italia Panelas, compõem um elenco diversificado de patrocinadores, cada um contribuindo de maneira significativa para a receita do clube.
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