Endrick, convocado por Carlo Ancelotti para os amistosos da seleção brasileira, continua gerando receitas ao Palmeiras, mesmo após sua saída do clube. Em 2026, o Alviverde deverá receber pelo menos R$ 485 mil, referente a bônus de contrato estipulados com o Real Madrid.
Os valores a serem recebidos estão registrados nas demonstrações financeiras do clube como direitos a receber de entidades estrangeiras. Esse montante se relaciona à primeira meta desencadeada pelo atacante, que ocorreu em dezembro do ano passado, quando ele foi titular durante mais de 45 minutos no jogo contra o Talavera CF, antes de seu empréstimo ao Lyon.
Adicionalmente, o Palmeiras recebeu R$ 3,38 milhões em receita líquida proveniente do Real Madrid, além de R$ 23 milhões em 2023 e R$ 173,2 milhões em 2024 por conta de sua transferência. A negociação original entre o Palmeiras e o Real Madrid foi estabelecida em torno de 35 milhões de euros, com possíveis bônus adicionais de até 25 milhões de euros, dependendo do desempenho do jogador.
No total, Endrick já assegurou ao Palmeiras 12,5 milhões de euros em metas cumpridas enquanto ainda atuava no clube, além de 955 mil euros adicionais desde sua mudança para o Real Madrid. O Palmeiras retém 70% desse valor, enquanto o jogador se beneficia com os 30% restantes.
Com a transferência para o Lyon, há limitações nas metas que podem ser atingidas. As metas de desempenho relacionadas a gols, jogos e títulos só se aplicam ao tempo que Endrick passa atuando pelo Real Madrid, embora ele ainda tenha a possibilidade de competir por prêmios individuais como o Prêmio Kopa e o Golden Boy até junho de 2030.
Esse cenário ressalta a complexidade da gestão de jogadores jovens no futebol atual, onde a valorização pode trazer retorno financeiro mesmo após a saída de um atleta. A continuidade de Endrick nas competições europeias e sua capacidade de conquistar novas metas individuais se tornam essenciais para maximizar o aporte financeiro já estabelecido na negociação.
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