No último sábado, o Palmeiras divulgou sua posição sobre a punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ao técnico Abel Ferreira. O clube considerou a decisão desproporcional e questionou a validade da leitura labial utilizada no julgamento, que não possui respaldo técnico. Além disso, o Alviverde criticou o tratamento desigual dado ao seu treinador em comparação com outros casos semelhantes.
A suspensão de Abel Ferreira por seis jogos, somada a uma multa de R$ 3 mil, foi justificada pelo desrespeito ao árbitro durante o clássico contra o São Paulo. Essa sanção fez com que a totalidade de suas suspensões atingisse oito partidas, considerando que já cumpriu duas dessas penalizações anteriormente.
O clube não hesitará em recorrer dessa decisão, buscando um efeito suspensivo. O Palmeiras argumenta que a punição contraria os princípios que lidam com casos disciplinares, especialmente pelo fato de que Abel Ferreira já havia sido penalizado anteriormente por questões similares. O objetivo do recurso é reverter a situação e permitir que o técnico esteja à disposição para comandar a equipe em momentos decisivos.
Adicionalmente, o Palmeiras expressou descontentamento acerca da decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em acatar o pedido do Flamengo para a remarcação do clássico contra o Fluminense. O jogo, inicialmente agendado para o sábado, foi transferido para o dia seguinte, criando um descompasso na logística de preparação das equipes envolvidas.
O clube alviverde questionou a imparcialidade da CBF, ressaltando que essa decisão favorece apenas um clube, enquanto outros pedidos similares são frequentemente rejeitados. Em um calendário já saturado e desafiador, muitas equipes enfrentam problemas logísticos semelhantes, o que deveria provocar um tratamento equitativo por parte da entidade.
Com a intensidade crescente das competições e a necessidade de uma gestão de elenco eficaz, o Palmeiras busca equilibrar os seus interesses e garantir que seu desempenho em campo não seja prejudicado por questões externas. A situação de Abel Ferreira, somada a essa controvérsia com a CBF, deverá ser monitorada de perto, visto que pode influenciar o grupo em um período crítico do campeonato.
O clube promete seguir na luta por justiça em relação à punição do seu comandante, enfatizando a importância de um tratamento justo e igualitário entre todos os clubes da competição. O desdobramento dessas ações terá um impacto significativo na gestão do elenco e na estratégia tática do Palmeiras nas próximas rodadas. O foco agora é nas próximas partidas, crucial para a definição do seu desempenho na temporada.
360 visitas - Fonte: Verdão Web
"Essa CBF é um lixo"
eu sou palmeirense, más acho que precisa dar um basta nessa palhaçada do Abel. ele é pago, e muito bem pago para treinar e comandar a equipe, e não reclamar de arbitragem.