O Palmeiras mantém atenção redobrada na negociação pelo zagueiro Barboza, do Botafogo, e teme repetir o episódio envolvendo Claudinho, quando perdeu o meia para o Al Sadd mesmo após tratativas avançadas com o Zenit. A diretoria alviverde entende que, diante da instabilidade política vivida pela SAF alvinegra, só é possível considerar o acordo fechado após a assinatura do contrato.
O receio é justificado pelo histórico recente. No caso de Claudinho, o Palmeiras chegou a trocar minutas contratuais com o Zenit, mas acabou surpreendido pela entrada do Al Sadd, que fechou a contratação do jogador. A frustração foi grande e gerou repercussão negativa, levando Leila Pereira a adotar postura mais cautelosa em negociações futuras.
Agora, com Barboza, o clube paulista busca evitar qualquer tipo de surpresa. O Botafogo passa por instabilidade na gestão da SAF, com John Textor afastado e Durcesio Mello assumindo a condução, o que adiciona incertezas às conversas. Por isso, o Palmeiras só considera a operação concluída quando houver contrato assinado e garantias jurídicas.
Internamente, a diretoria vê Barboza como peça importante para reforçar o sistema defensivo, mas mantém prudência para não repetir erros recentes. A estratégia é avançar com cautela, sem anunciar nada antes da formalização, garantindo que o desfecho seja seguro e positivo para o clube.
Assim, o Palmeiras liga o alerta e trabalha para que a negociação por Barboza não se transforme em mais um caso como o de Claudinho, reforçando a postura de cautela e firmeza nas tratativas de mercado.
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