No último confronto entre Palmeiras e Remo, que terminou empatado, a grande polêmica ficou em torno do gol anulado de Bruno Fuchs, causado por um toque involuntário na mão do jogador Flaco López. O zagueiro manifestou sua indignação, ressaltando que a regra deveria ser mais bem aplicada. Essa situação acabou originando críticas ao uso do VAR, com o treinador interino do Palmeiras, João Martins, chamando-o de incompetente durante a coletiva.
Martins também aproveitou para alfinetar a CBF, questionando a escolha do horário do jogo às 16h em Belém, o que, segundo ele, já era previsível que traria complicações devido ao clima local. Ao mencionar a previsão meteorológica, o treinador insinuou que a programação poderia ter sido mais cuidadosa, evitando agendar partidas em horários críticos.
A falta de preparação adequada para o jogo foi um outro ponto destacado por Martins, que apontou o calendário apertado como um fator que favoreceu o Remo, que se apresentava melhor preparado fisicamente. O Palmeiras havia disputado dois jogos intensos nos dias anteriores, um empate contra o Santos e uma vitória sobre o Sporting Cristal, o que influenciou na sua performance em campo.
O treinador português frisou que a condição do gramado, agravada pela chuva, também impactou negativamente o desempenho da equipe, dificultando a mobilidade dos jogadores. Ele ressaltou como a falta de energia e preparação pode ser decisiva, especialmente nas jogadas mais críticas do ataque.
O resultado traz considerações importantes para o Palmeiras, que precisa reavaliar sua gestão de elenco e planejamento de calendário. A sequência de jogos e as condições climáticas devem ser levadas em conta para evitar compromissos em horários desfavoráveis, especialmente em cidades conhecidas por suas intempéries.
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