O Palmeiras aproveita a pausa forçada no calendário nacional para implementar reformas significativas em seus campos de treinamento na Academia de Futebol. A escolha recaiu sobre o gramado Tahoma 31, reconhecido por suas qualidades técnicas e já utilizado em estádios que receberão a Copa do Mundo de 2026, a ser realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.
A agrônoma responsável pelo projeto destacou as principais vantagens do novo gramado, que incluem uma rolagem de bola superior e uma maior capacidade de regeneração em relação ao gramado anterior. Essas características são essenciais para a otimização do desempenho do elenco durante treinamentos e partidas ao longo da temporada.
A reforma dos campos teve início antes do recesso da Copa do Mundo, com o campo 1 já em estágio avançado de conclusão. O campo 2, que começou as obras cerca de dez dias depois, está previsto para ser finalizado no retorno das atividades do time, previsto para o dia 21 de junho.
A opção pela realização das obras durante este período foi facilitada pela ampliação da janela do Campeonato Brasileiro devido à Copa do Mundo, proporcionando uma oportunidade ideal para intervenções de longo prazo sem comprometer a agenda das competições. A gestão do clube, através do diretor de futebol, coordenou as logísticas necessárias para integrar as reformas com as demandas do elenco.
Atualmente, os campos 1 e 2 contam com gramados naturais, enquanto o terceiro campo é sintético. Esta estratégia de gestão de infraestrutura é crucial para manter o nível competitivo do Palmeiras, tendo em vista os desafios do segundo semestre da temporada.
Com a pausa para a Copa do Mundo, os atletas não convocados gozam de três semanas de folga. Assim que o elenco se reapresentar, a equipe se preparará intensamente para os desafios que virão, ciente de que a manutenção e melhorias nos campos podem influenciar diretamente no desempenho coletivo e nas ambições da temporada.
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