A recente ocorrência no Clube Social do Palmeiras, na Zona Oeste de São Paulo, gerou grande preocupação em relação à segurança das crianças nas suas instalações. Uma mãe relatou que sua filha de apenas 4 anos teria sido alvo de abuso sexual em um banheiro masculino, o que resultou na imediata investigação pela Polícia Civil.
O incidente ocorreu na tarde do dia 10 de outubro, enquanto a mãe acompanhava seus filhos nas dependências do clube. Em um momento de desatenção, a menina sumiu de vista e reapareceu vindo da direção dos banheiros, mencionando que estava no banheiro masculino e que a experiência era um "segredo". Após várias perguntas, a criança revelou o que havia acontecido, levando a mãe a buscar ajuda.
O boletim de ocorrência aponta que o suspeito, um homem de 74 anos e conhecido da família, se aproximava frequentemente da menina. Em casa, a mãe notou a presença de secreção na região íntima da filha, o que a motivou a acionar a polícia. A criança relatou que o homem a levou ao banheiro e tocou em sua região íntima.
O clube, ao saber do acontecido, imediatamente acionou um médico para atender a menina e disponibilizou um advogado para acompanhar a família até a delegacia para o registro da ocorrência. O clube também enviou as imagens do sistema de monitoramento às autoridades, que mostram a menina no banheiro masculino por cerca de 15 segundos.
O caso foi formalmente registrado como estupro de vulnerável, e foram solicitados exames do IML para apurar as circunstâncias do ocorrido. A gestão do clube ressaltou que se a participação do associado for confirmada, ele será expulso e outras medidas punitivas serão consideradas.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, classificou o abuso como “abominável” e expressou a determinação da instituição em esclarecer todos os fatos. O clube enfatizou seu compromisso em garantir um ambiente seguro para todos os associados, especialmente as crianças, destacando a necessidade de um rigoroso controle de segurança nas dependências sociais.
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