O Palmeiras recusou propostas milionárias do Aston Villa e do Napoli pelo meia Allan, cria da Academia e destaque da equipe em 2026. O clube inglês ofereceu 30 milhões de euros (R$ 175 milhões), enquanto os italianos chegaram a 40 milhões de euros (R$ 250 milhões, incluindo bônus). Ambas foram rejeitadas pela diretoria alviverde, que definiu um valor mínimo de 40 milhões de euros fixos (R$ 285 milhões) para abrir negociações. A decisão reforça a estratégia de valorização dos jovens formados no clube.
Allan, de 22 anos, vem se destacando no elenco de Abel Ferreira, alternando titularidade e boas atuações. O meia já soma 88 jogos pelo profissional, com nove gols e dez assistências, além de ter conquistado o Campeonato Paulista nesta temporada. O Palmeiras entende que o jogador é um dos ativos mais valiosos da nova geração e que pode render uma das maiores vendas da história do clube. A postura segue a linha adotada em negociações recentes de jovens como Endrick e Estêvão, que renderam cifras milionárias ao Verdão.
Com Allan valorizado, o Palmeiras reforça sua posição como clube formador e referência no mercado internacional. A definição de um valor mínimo alto mostra que o Verdão não pretende negociar seus talentos por cifras abaixo do potencial. Para Abel Ferreira, manter Allan significa contar com mais opções no meio-campo e garantir qualidade técnica para a sequência da temporada. Para a diretoria, é a chance de consolidar mais um case de sucesso da Academia e aumentar o poder de barganha em futuras negociações.
A decisão de recusar propostas milionárias gera impacto direto no mercado europeu. Aston Villa e Napoli terão que avaliar se estão dispostos a aumentar os valores para atender à exigência do Palmeiras. Para o clube, a postura fortalece sua imagem e mostra que não cede facilmente ao assédio externo. Para o torcedor, a notícia é motivo de orgulho, já que o Verdão valoriza seus jovens e busca retornos financeiros compatíveis com o talento revelado.
O Palmeiras seguirá blindando Allan e outros atletas da base contra sondagens externas. A diretoria deve avaliar propostas apenas se atingirem o valor mínimo estipulado, mantendo o foco em títulos e na valorização do elenco. Internamente, o objetivo é dar sequência ao desenvolvimento do meia e consolidar sua importância no projeto esportivo até 2029, quando termina seu contrato.
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