A transformação visual da casa alviverde ganhou novos capítulos nos bastidores do clube e coloca a conclusão das obras totalmente em jogo. A WTorre e o Palmeiras confirmam que o estádio deve estar com a identidade do Nubank Parque 100% implementada na segunda quinzena de agosto. Embora a estreia oficial da marca tenha ocorrido no último domingo, a substituição do antigo patrocinador sofreu atrasos e vem sendo realizada de forma gradual nas dependências da arena.
A transição das cores reage ao planejamento do novo contrato de naming rights, avaliado em cerca de R$ 50 milhões anuais — o dobro do vínculo anterior — e válido até 2044. A construtora contesta a pressa por prazos imediatos e admite que a complexidade da estrutura exigiu um cronograma em etapas.
— A necessidade de alinhar a comunicação interna nos desafia durante a maratona de jogos. A gestora admite que a meta inicial era entregar tudo pronto contra o Atlético-MG, mas o processo nos cobra cautela. Não há nenhum acordo travado que impeça o avanço das melhorias — dispara uma fonte ligada aos bastidores da arena.
Setores internos, como placas de sinalização e camarotes, já abandonaram o azul da antiga parceira para adotar o tom roxo. Para o confronto deste domingo contra o Fortaleza, a tribuna de imprensa e a maior parte das cadeiras das arquibancadas já estarão com as novas marcas. As linhas de comunicação do gramado sintético também foram atualizadas.
O principal impasse do projeto está do lado de fora do complexo. WTorre e Nubank tiveram duas propostas de letreiro em telão de LED negadas pela Prefeitura de São Paulo, enquadradas na Lei Cidade Limpa. Enquanto articulam uma liberação com o poder público, Palmeiras e WTorre confirmam que as obras internas seguem em ritmo acelerado em 2026, com a promessa de entregar a nova atmosfera visual à torcida nos próximos dias.
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